E encontros com as crianças

Nem sei que título colocar

2020.09.18 23:43 OAlguem Nem sei que título colocar

Bom aqui estou novamente, depois de muito tempo sem questionar que merd* eu estou fazendo...
19 anos, cursando dois cursos superiores no 1°P em ambos. Passo minhas manhãs vendo as aulas de um curso, almoço, volto para o computador e fico vendo qualquer outra coisa na internet além de ver as aulas do outro curso. Irônico que o curso que estou vendo as aulas e fazendo bonitinho não é o que eu quero fazer carreira.
Eu sou uma pessoa, em alguma medida, perfeccionista. Tenho um ritmo próprio muito pessoalmente definido e às vezes tenho impressão que não vou conseguir fazer as coisas no tempo que elas demandam. Hoje estou pensando: será que vale o sofrimento de deixar o ócio de lado para focar nos estudos? Vale o futuro que eu me prometo?
Cara, às vezes só quero voltar a ser criança pra ficar jogando videogame o dia todo e não precisar pensar o que quero ser e fazer daqui uns anos.
Estimo que todos mês eu, querendo ou não, tiro 820 reais dos meus pais pra me sustentar. A projeção é que isso continue, até que eu arrume um emprego.
O curso que procrastino é difícil pra mim. Muita leitura pra uma pessoa q leu tão pouco durante a vida. Apesar de amar o conteúdo, eu prefiro virar a cabeça, evitar a dificuldade e ficar no ócio. Tenho medo de não conseguir e abomino a idéia de me tornar um mal profissional. Mas parece que não consigo desvirar a cabeça.
O outro curso eu não me dedico muito mas sou relativamente bom nas matérias.
Não encontro motivação pra me levar adiante e largar a procrastinação, que por mais que eu negue que o seja, é procrastinação.
Quem leu provavelmente deve me odiar por ser tão privilegiado mas tão preguiçoso. E com razão mas no final, ainda é cada um com seus problemas individuais.
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2020.09.18 02:40 iamassuregi Segunda chance ok, agora terceira, quarta e quinta ...

Preciso tirar isso do peito kkkkk então isso é longo
Eu conheço uma garota desde a sétima série, hoje tenho 24 anos. Essa garota por muito tempo foi minha amiga, mas sempre meio com vergonha. Kkkk eu não tinha uma boa aparência na época (e em minha defesa todo adolescente é feio) e hoje, olhando para trás, sinto que ela tinha vergonha de mim.
Em 2017 ela me apresentou a um amigo dela. Muito estranho, o cara tinha uns 40 anos e era amigo de uma moça de 21... Um dia fui dormir na casa dela, na época levei o PlayStation e ficamos jogando. Uma das irmãs, que tinha 15 anos aparece, totalmente bêbada. E esse coroa trazendo essa menina. Eu fiquei indignada, pois ela estava muito bêbada mesmo, até vomitou e desmaiou. Eu fechei a cara quando vi isso tudo e só pensava em chamar uma ambulância ou a polícia. Lembro que ele falou algo como: "Ela estava na minha casa com a minha filha, tomou só um pouco" e eu retruquei: "Ela tem quinze anos. Não devia ter tomado nada".
Esse foi o meu primeiro erro. O cara pegou raiva de mim aí.
Enfim, noutro dia fui pra minha casa e segui a minha vida.
Na época da escola éramos um trio: eu, essa garota e outro amigo. Esse moleque não era amigo dela há um tempo.
Outra visita a casa dela e ela me pergunta dele. Eu falo a verdade, que disse que nunca mais queria falar com ela. Tinha morrido pra ele. Volto pra minha casa e quanto estou deitada já, vejo uma ligação. Era o coroa me ligando.
Ele gritou comigo, disse que se fosse para eu falar desse amigo que eu não pisasse mais o pé na casa dela. Queria saber o que ela tinha feito pra ele, e eu apenas respondia: pergunta pra ela!
No dia fiquei morrendo de medo. Depois chorei de raiva. Mandei uma mensagem pra ela, dizendo que precisávamos conversar. No outro dia ela me respondeu, dizendo que iria falar com ele. Depois veio com uma conversa que não podia escolher lado pois não tinha ouvido a ligação para dizer o que cada um disse.
Depois disso me afastei, me ocupei com trabalho. Respondia ela pouco. Meu erro também, devia ter bloqueado nessa época. Também comecei a me arrumar bastante, me cuidar mesmo e a ter encontros kkk (e sim, agora sou bonita)
Ela me chamava para ir na casa dela sempre e dizia: leva o videogame, não tem nada aqui para fazer. Ela mora noutro bairro, muito contramão pra ônibus, então eu andava meia hora com um PS4 mochila, chegava lá morrendo. Eu acabava dormindo lá pois sempre ficava tarde pra voltar. Um dia eu falei pra ela que tava muito zoado para ir, pois estava tendo assalto direto e eu não poderia dormir pois tinha compromisso. Ela disse: então deixa o vídeo game aqui. Depois você busca.
Aí sim eu descobri, ela só queria jogar.
Então fui me afastando, até que ela surgiu meses depois fazendo perguntas sobre esse maldito videogame. Eu não entendo muito, tinha comprado ele no fim de 2016 pois foi uma baita promoção e eu usaria para ver vídeos do YouTube e alguns jogos que eu tinha visto gameplay. Mas por causa do trabalho quem usava mais era a minha família, para assistir. Então eu realmente não sabia responder nada. Foi uma semana de questionamentos até ela me pedir a minha conta da PSN. O coroa tinha dado um videogame para ela. Meu sangue ferveu, e eu disse que não. Ela veio com uma conversinha do tipo: "você não confia em mim?" Eu apenas disse: "sei que você não vai pegar nenhuma informação minha, mas não empresto pra você. Meses sem falar comigo e quando volta quer favores?".
Ela sumiu por três dias e quando voltou disse que não poderíamos mais ser amigas. E começou a escrever um textão. Eu simplesmente dei block e deletei o número. Isso foi no fim de 2018.
Nessa época eu estava meio mal, mudei para um emprego de meio período e fui passando sem comprar muita coisa. Vendi o videogame e resolvi estudar para entrar numa universidade. A situação financeira aqui em casa apertou tanto que eu praticamente sustentei a casa por uns meses com um salário de meio período. Deixei muito currículo mas nem chamavam... Enfim.
No fim de fevereiro desse ano entrei no meu Facebook e tinha várias mensagens dela, das irmãs, pedido para eu mandar mensagem pra ela. Eu sou muito curiosa, então não aguentei. Passei o meu número para a irmã e disse que entrar em contato comigo. Ela falou comigo e pediu desculpas.
E eu aceitei, pois estava numa paz e estava tentando mudar, ver o melhor nas pessoas. Estava muito de boas mesmo.
Ela veio perguntar da minha vida, eu disse que estava estudando e trabalhava algumas horinhas por semana.
Aí ela me pediu uma dicas para estudar pra FUVEST/Enem e acabamos combinando que eu poderia ajudar ela a estudar.
Desde 2019 eu estava muito calma, não me irritava com ninguém e também toda semana tirava um momento pra refletir os pontos da minha personalidade que tinha que melhorar. Mas eu fiz um grande erro: ser gentil não é ser otária. E eu estava sendo uma otária.
Acabou que o corona apareceu e bagunçou a vida de todo mundo, mas continuamos nos falando. Ela comentava lugares que queria ir e eu dizia "ah, depois do corona a gente vai". Acabou que a primeira oportunidade foi esses dias, quando sp começou a permitir que cursos extracurriculares voltassem. Decidi que iria fazer um curso de japonês, pois estava meio deprimida e queria algo para ocupar a cabeça. Chamei ela para dar uma olhada comigo na unidade da escola.
Eu já tinha comentado com ela que estava ficando bem ocupada recentemente, então podia ser que eu esquecesse de ver as mensagens. Falei pra ela que sábado ficaria fazendo um trabalho. Então sábado de manhã fomos ao curso de japonês e quando voltamos ela se convidou para ir na minha casa. Eu, por causa de estar ocupada e cansada, não queria ninguém aqui, então só disse que outro dia a gente marcava.
Depois disso ela nunca mais de respondeu. Ela tinha parado de falar com o coroa quando voltou a falar comigo, mas deve ter voltado.
Essa novela é tão grande e ruim que vou acrescentar uns detalhes aqui:
O que eu aprendi de tudo isso? Não fique perto de quem faz mal pra você. Seja gentil, mas não seja besta.
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2020.09.18 00:29 facruziniani Estudando com choro de bebê

Sou acadêmica de um curso de exatas e resido em um conjunto de kitnetes onde a privacidade acústica é um problema muito grande. A construção é como se fosse uma grande casa com repartições, então a casa de seu vizinho fica colada na sua assim como os cômodos dentro de uma casa. Durante a pandemia as aulas presenciais foram suspensas dando lugar às aulas remotas, e por isso agora meu local exclusivo de estudos é dentro da minha casa, e devido ao isolamento social evito ao máximo sair de casa. Uma das minhas vizinhas decidiu assumir um emprego de babá de uma criança de 5 meses de idade. Ela não possui experiência nenhuma na área, provocando crises assustadoras e longas de choro do bebê, aquele choro sofrido, com força e com raiva. É impossível se concentrar estando submersa a tanto barulho. Conversei com a vizinha pedindo para que ela encontrasse alguma alternativa para que o barulho fosse reduzido, a mesma confessou que tem vontade de chorar junto com o bebê e que só está fazendo isso pelo dinheiro. Por enquanto nenhuma mudança foi percebida. Achei a atitude dela muito mal pensada e irresponsável, colocando a segurança e bem estar do bebê e perturbando o sossego dos vizinhos do condomínio. Ela está no direito de fazer isso? Me encontro muito estressada e injustiçada devido a situação. O que devo fazer?
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2020.09.17 06:24 Rotarki Eu preciso de uma luz

Eu vou tentar resumir para que não fique muito grande. Eu tenho 22 anos de idade, estou no último ano da faculdade, faço curso na área de tecnologia da informação e estou bastante perdido na minha vida. Eu perdi a vontade de lutar por mim, ao mesmo tempo, eu não quero desistir da minha vida.
Eu formei no ensino fundamental, médio e curso técnico sem tirar uma nota abaixo da média, eu nunca fiquei de recuperação ou reprovei em absolutamente nada, tudo sempre foi muito fácil pra mim, eu simplesmente ia e dava certo, sem me importar com qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo. Eu era extremamente cheio de vontade e queria ser alguém 'grandioso', mas o único motivo para isso era a capacidade de construção de uma família feliz, queria ter uma esposa e 2 filhos, e ser para eles um herói, esse era meu sonho de criança. Minha motivação esteve por muito tempo arraigada à ideia de estar ao lado de um amor, e construir uma vida assim... Mas, ao longo da minha vida eu fui me decepcionando muitas vezes, e nunca confiei muito em ninguém, nem em amigos que eu amo, porque penso que estes mesmos podem me deixar um dia. Nunca namorei de verdade, e a garota da qual eu cheguei mais perto disso, que eu mais confiei em toda minha vida e me abri de todas as formas, me abandonou no fim e foi extremamente doloroso, eu me senti substituído e inválido, fraco. A vida perdeu o sentido, e eu me senti um homem impotente comigo mesmo, desprezível até, inferior.
Claro, depois de um tempo eu percebi que o erro era em sua maior parte da garota em questão, e eu também errei em interpretar o quão especial ela era pra mim, eu superei esse relacionamento mas não voltei a ver cor na vida, aquilo era tinha sido o rompimento do último fio que mantinha minha vontade no mundo. O mundo é repleto de pessoas podres, crueldade e decepções de todas as espécies, eu sei que há, entretanto, no meio de todo o caos algumas centelhas de luz, e é justamente o que eu preciso nesse instante, um pequeno milagre, que claro, pequenino aos olhos alheios, pois para mim seria possivelmente o maior que vivi após o meu nascimento. Eu entrei na faculdade já deturpado mentalmente, não era mais obrigado a ficar na sala de aula portanto eu matava muitas aulas, eu não me importava com absolutamente nada, nem com resultados de provas, trabalhos, notas ruins...(Não foi quando houve o rompimento da relação com a garota, eu já entrei na faculdade meio desanimado da vida, o rompimento do relacionamento com a garota foi no começo de 2020, meu último ano da faculdade) Por mais inteligente que eu pudesse ser, não havia como adivinhar o conteúdo da prova sem nem ter feito absolutamente nenhuma aula anterior a mesma, então eu afundava absurdamente em tudo, foi assim durante todos os anos da faculdade, mas eu conseguia ser aprovado ainda assim, porque meu esforço mínimo já gera grandes resultados, costumeiramente.
Chegamos ao problema: Eu não consigo mais me esforçar nem minimamente, eu perdi totalmente o interesse no mundo. Após o problema do último relacionamento, eu fiz um pequeno plano de curto prazo do qual, surpreendentemente, tudo aconteceu, o último estágio do plano era sair do meu emprego e focar em estudar programação, porque é o que está relacionado ao meu curso e onde tenho maiores possibilidades de ganho. Eu me encontro na fase aonde eu posso simplesmente me esforçar e estudar, mas não tenho vontade, eu não consigo ir adiante nisso porque não tenho desejo disso, e não consigo ter motivação e nem o mais importante, disciplina. Pra quê me esforçar? Pelo quê lutar? Eu não amo nada, não consigo amar nada, e não tenho ambição ou cobiça de construir mais nada, eu não sei nem se ainda quero realizar aquele meu grande sonho de ter uma família, eu me decepcionei demais vivendo. Eu sinto que já vivi tudo, já senti como é ter muito dinheiro, como é ter relações sexuais, como é amar e como é ser desprezado, eu nunca me senti verdadeiramente amado por uma garota, mas isso nem mesmo é o foco principal. Eu conseguiria seguir adiante, sabe? Eu sei que se eu sentisse verdadeiramente vontade, eu dobraria o mundo de joelhos pois eu realmente me esforçaria em prol de algo. Acontece que se foi toda a minha vontade de lutar, eu tô cansado. Eu não tiro minha vida porque não quero desistir, eu não quero assumir que eu perdi, eu sei e acredito que enquanto houver vida há esperança, mas... Como pode haver esperança para alguém que não quer mais lutar? Eu não consigo simplesmente abrir um vídeo no youtube de 20 minutos pra estudar, eu tenho desejo de fazer qualquer outra coisa. Antes que pense algo como 'Você só não gosta tanto assim de programação' bem, eu gostaria de gostar de alguma coisa, mas não há nada que eu ame na vida, não há nada que me dê verdadeiramente prazer e que eu queira, eu tenho apenas existido. Pelo menos acho interessante programação.
Eu juntei um dinheiro, consigo me manter por 11 meses sem depender de nenhuma ajuda financeira, eu realmente planejei para que eu pudesse viver esse momento e me dedicar 100% ao estudo de programação, mas eu não consigo me dedicar nem 1%. O tempo tá passando, e eu já tô nessa tem alguns meses, eu tenho vários trabalhos atrasados na faculdade que eu não tenho vontade de resolver, inclusive o meu TCC. Eu sinto que isso tudo é uma bomba relógio até dar um grande problema, mas eu não sinto medo, e as duas razões pra isso são: 1- Eu não me importo 2- Eu sei que se eu me importasse, eu resolveria qualquer coisa.Eu já cogitei que tudo isso pudesse ser uma grande auto-sabotagem, e que eu construí durante 4 anos uma arma pra me destruir, porque no fundo eu me odeio, mas não sei se isso era mesmo a resposta, considerei várias vezes tê-la encontrado, falhei em todas. Esse é o grande abismo da minha vida, infelizmente, cedo demais eu encontrei ele. Eu penso que se eu superar essa necessidade do desejo para lutar, não existirá nunca mais algo que seja um obstáculo pra mim, eu, ironicamente, sou meu maior obstáculo. Como vencer à mim mesmo? Eu não sei se alguém poderá realmente me entender e me dar alguma pista de como sair desse labirinto mental que eu vivo, mas eu preciso tentar pelo menos esse pouco aqui, porque eu sou teimoso demais pra desistir totalmente de mim.
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2020.09.17 06:23 Rotarki Preciso de uma luz.

Eu vou tentar resumir para que não fique muito grande. Eu tenho 22 anos de idade, estou no último ano da faculdade, faço curso na área de tecnologia da informação e estou bastante perdido na minha vida. Eu perdi a vontade de lutar por mim, ao mesmo tempo, eu não quero desistir da minha vida.
Eu formei no ensino fundamental, médio e curso técnico sem tirar uma nota abaixo da média, eu nunca fiquei de recuperação ou reprovei em absolutamente nada, tudo sempre foi muito fácil pra mim, eu simplesmente ia e dava certo, sem me importar com qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo. Eu era extremamente cheio de vontade e queria ser alguém 'grandioso', mas o único motivo para isso era a capacidade de construção de uma família feliz, queria ter uma esposa e 2 filhos, e ser para eles um herói, esse era meu sonho de criança. Minha motivação esteve por muito tempo arraigada à ideia de estar ao lado de um amor, e construir uma vida assim... Mas, ao longo da minha vida eu fui me decepcionando muitas vezes, e nunca confiei muito em ninguém, nem em amigos que eu amo, porque penso que estes mesmos podem me deixar um dia. Nunca namorei de verdade, e a garota da qual eu cheguei mais perto disso, que eu mais confiei em toda minha vida e me abri de todas as formas, me abandonou no fim e foi extremamente doloroso, eu me senti substituído e inválido, fraco. A vida perdeu o sentido, e eu me senti um homem impotente comigo mesmo, desprezível até, inferior.
Claro, depois de um tempo eu percebi que o erro era em sua maior parte da garota em questão, e eu também errei em interpretar o quão especial ela era pra mim, eu superei esse relacionamento mas não voltei a ver cor na vida, aquilo era tinha sido o rompimento do último fio que mantinha minha vontade no mundo. O mundo é repleto de pessoas podres, crueldade e decepções de todas as espécies, eu sei que há, entretanto, no meio de todo o caos algumas centelhas de luz, e é justamente o que eu preciso nesse instante, um pequeno milagre, que claro, pequenino aos olhos alheios, pois para mim seria possivelmente o maior que vivi após o meu nascimento. Eu entrei na faculdade já deturpado mentalmente, não era mais obrigado a ficar na sala de aula portanto eu matava muitas aulas, eu não me importava com absolutamente nada, nem com resultados de provas, trabalhos, notas ruins...(Não foi quando houve o rompimento da relação com a garota, eu já entrei na faculdade meio desanimado da vida, o rompimento do relacionamento com a garota foi no começo de 2020, meu último ano da faculdade) Por mais inteligente que eu pudesse ser, não havia como adivinhar o conteúdo da prova sem nem ter feito absolutamente nenhuma aula anterior a mesma, então eu afundava absurdamente em tudo, foi assim durante todos os anos da faculdade, mas eu conseguia ser aprovado ainda assim, porque meu esforço mínimo já gera grandes resultados, costumeiramente.
Chegamos ao problema: Eu não consigo mais me esforçar nem minimamente, eu perdi totalmente o interesse no mundo. Após o problema do último relacionamento, eu fiz um pequeno plano de curto prazo do qual, surpreendentemente, tudo aconteceu, o último estágio do plano era sair do meu emprego e focar em estudar programação, porque é o que está relacionado ao meu curso e onde tenho maiores possibilidades de ganho. Eu me encontro na fase aonde eu posso simplesmente me esforçar e estudar, mas não tenho vontade, eu não consigo ir adiante nisso porque não tenho desejo disso, e não consigo ter motivação e nem o mais importante, disciplina. Pra quê me esforçar? Pelo quê lutar? Eu não amo nada, não consigo amar nada, e não tenho ambição ou cobiça de construir mais nada, eu não sei nem se ainda quero realizar aquele meu grande sonho de ter uma família, eu me decepcionei demais vivendo. Eu sinto que já vivi tudo, já senti como é ter muito dinheiro, como é ter relações sexuais, como é amar e como é ser desprezado, eu nunca me senti verdadeiramente amado por uma garota, mas isso nem mesmo é o foco principal. Eu conseguiria seguir adiante, sabe? Eu sei que se eu sentisse verdadeiramente vontade, eu dobraria o mundo de joelhos pois eu realmente me esforçaria em prol de algo. Acontece que se foi toda a minha vontade de lutar, eu tô cansado. Eu não tiro minha vida porque não quero desistir, eu não quero assumir que eu perdi, eu sei e acredito que enquanto houver vida há esperança, mas... Como pode haver esperança para alguém que não quer mais lutar? Eu não consigo simplesmente abrir um vídeo no youtube de 20 minutos pra estudar, eu tenho desejo de fazer qualquer outra coisa. Antes que pense algo como 'Você só não gosta tanto assim de programação' bem, eu gostaria de gostar de alguma coisa, mas não há nada que eu ame na vida, não há nada que me dê verdadeiramente prazer e que eu queira, eu tenho apenas existido. Pelo menos acho interessante programação.
Eu juntei um dinheiro, consigo me manter por 11 meses sem depender de nenhuma ajuda financeira, eu realmente planejei para que eu pudesse viver esse momento e me dedicar 100% ao estudo de programação, mas eu não consigo me dedicar nem 1%. O tempo tá passando, e eu já tô nessa tem alguns meses, eu tenho vários trabalhos atrasados na faculdade que eu não tenho vontade de resolver, inclusive o meu TCC. Eu sinto que isso tudo é uma bomba relógio até dar um grande problema, mas eu não sinto medo, e as duas razões pra isso são: 1- Eu não me importo 2- Eu sei que se eu me importasse, eu resolveria qualquer coisa. Eu já cogitei que tudo isso pudesse ser uma grande auto-sabotagem, e que eu construí durante 4 anos uma arma pra me destruir, porque no fundo eu me odeio, mas não sei se isso era mesmo a resposta, considerei várias vezes tê-la encontrado, falhei em todas. Esse é o grande abismo da minha vida, infelizmente, cedo demais eu encontrei ele. Eu penso que se eu superar essa necessidade do desejo para lutar, não existirá nunca mais algo que seja um obstáculo pra mim, eu, ironicamente, sou meu maior obstáculo. Como vencer à mim mesmo? Eu não sei se alguém poderá realmente me entender e me dar alguma pista de como sair desse labirinto mental que eu vivo, mas eu preciso tentar pelo menos esse pouco aqui, porque eu sou teimoso demais pra desistir totalmente de mim.
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2020.09.15 03:47 Initial_Name85703 estou travando uma batalha interna cmg mesmo,

hi, tenho 17 anos e sinceramente eu não tenho mais forças pra continuar desse jeito.
meu teclado está horrivel mas tá ficando entalado e ...
desde cedo eu sempre fui uma criança muito tímida e em mais sensivel que as outras crianças, nunca fui de ter muitos amigos e eu realmente invejava todos que tinham muitos amigos, até amigos próximos q tinham muitos amigos antes de completar 14 anos minha mãe descobriu um cancer de mama, e pra ser bem sincero a vida vai desgastando com todo mundo, eu hj estou sem forças pra ajudar mimnha mãe, sou muito,muito apegado a ela mas eu senti muita saudade do que eu não vivi na minnha infancia, vontade de jogar bola. ter muitos amigos, sair pra beber cokm meus outros amigos adolescentes e com 15 anos eu arranje uma namorada que foi e [é bastante apoiada pelos meus pais (meu pai teve uma familia antes de nós e o filho mais velho dele é gay, isso sempre fragilizou o meu pai, apesar dele amar bastante ele) então era bastante incrivel, perdi minha virgindade com ela e vie e versa, mas na virada do ano de 2019 eu descobri q ela tinha me traido com outra pessoa, no desespero pra não ficar sozinho e voltar a ser eu mesmo, eu perdoiei, passando uns meses eu descobri outra, e outra, e outra que eu confirmei só recentemente, já trai ela, dps q eu descobri isso mas isso relamente não é pra mim,k enfim.
ela passava ferias inteiras cmg em casa e pela saude debilitada da minnha mãe ela sempre cuidou dela, bem mais que de mmim, no inicio de 2020 na virada do ano ela simplismente surtou e me fez passar um mico na frente dos meus familiares e eu passei por isso.
enfim, no inicio da quarentenaq ela veio passsar a quarentena cmg e foi muio bom, mas começou a ficar insuportavel a pessoa dela cmg, em uma noite nós estavamos conversando a luz das elestreas e ela perguntou sobre "se eu tinha vontade de fazer sexo a 3" disse que tinha curiosidade e tal mas foi isso,então ela passou semanas tentando convencer alguem a fazer isso conosco( ela é assumidamente bi) nunca liguei anto apesar da curiosidade, enfim cheou o dia 11 de julho era aniversario do meu avô em outra cidade e no´s fomos, chegando lá eu comecei a beber com os meus amigos e princicpalemnte o meu irmão, mas em um momento minha prima me chamou pra passsar batom nela pra nós irmos sozinhs pro quarto.
bom nesse ponto eu preciso voltar alguns anos pra contextualizar, eu namorava uma garota e ela era de outra cidade meu pai trabalhava fora então ele traza ela sempre q pode, não era um namoro assumido e era bem estranho mas nós estavams, mas minha namorada era muito próxima da minha prima, muito mesmo então eventualmente eu descobri q elas estavam ficando :)
ela namorava o primo da minha namorada ( game of thrones ) e um dia ela sumiu, e eu descobri q ela tinha traido o meu primo com outro cara, então eu me fiquei muito ruim, contei pro meu melhor amigo na epóca e ele espalhou a conversa, mas o namorado dela nunca soube
voltando, enquanto caminhava eu olhei pra tras e vi minha namorada vindo atrás de nós, soube, eu já imaginava oq ela queria, entrei no quarto e minha prma ficou de olhos fechados sentada eu olhei pra trás e ela estava no quarto me encarando quase me pedindo, então eu dei um beijo na minha prima, ela olhou pra minha namorada e elas comecaram a se agarrar na minha frente, minha namorada não disse nada mas minha prima dizia coisas como "tua boca e tão macia" "voces parecem sex education"e ela esfregava minha namorada então minha namorada diz "enfia.."eu exitei por um momento e ea pediu denovo e eu fiz, minha prima pediu pra parar e nós paramos, nos despedimos dali mas eu fui atras dela pra pedir desculpas e ela me ignorou e minha namorava pouco se importava, ela ficou com nó por um tempo e depois foi embora, no outro dia e fui na casa dela fazer outras cosas e eu aproveitei pra conversar melhor e ela disse q era melhor nós deixarmos esse assunto pra lá, viemos embora e na segunda feira eu encontro no twter dela ela dizendo q tinha sido estuprada por nós ,conou q tinha sido a força,etc...
poucos minutos dps minha mãe já sabia e enfim apartir dali meu mundo mudou, eu queria me defenderm mas eu não podia de jeito nenhum, ninguem me escutava, mnha mãe ligou pra cpnversar com ela pra saber de todo ocorrido mas eu não tava em casa tinha saido pra jogar volei, e o dia se passou, no outro dia meu pai levou minha namorada embora e eu fiquei só, minha mãe conversou com a minha prima por ligação e wwp,e no whatsapp ela escreveu" tia eu só fiz isso pq na epóca da #### eu estava me envolvendo com uma pessoa e ele simplismente contou pra todo mundo então eu queria q elesenisse como eu me senti" no tiwtter pouco tempo dps ela já estava debochado da situação "nâo vou denunciar #### mas eu vou destruir a vida social dele igual ele fez cmg :)" na verdade eram bem mas emojis de shitpost, e pra qualquer pessoa q se interessase ela contava a historia de debochava da situação, pouto tempo dps ela percebeu q tava falando algumas coisas dms e ela excluiu as postagens mas já havia se passado alguns dias e eu já tinha printado muitas coisas,minha famiia se duvidiu mas n durou muito lgo todo mundo estava do lado dela e com razão, não sou mais do tipo de ser merecedor de pena, ela disse q não queria mais falar do assunto e etc... passado um mes desde q eu tinha sido'CANCELADO" ela contou pra uma pessoa muito importante pra mim e eu publiquei o maximo q eu pud no meu tt tentando me defender, mas a essa altura eu já falava com umas 3 pessoas, ele ficaram irritados pq eu ainda falava daquele assunto e desde então tem sido ainda mais dificil sem eles, a mãe dela é umapessoa muito extrovertida com o resto da familia do tio q paga grades e grades de cerveja, enquanto nós somos bem mais reservados então naturalmente ele ficaram do lado dela,por causa do tratamento e traumas passados mamae tem depressão e por causa de tudo issso a depressão dela agravou e e la tentou e matar, mas nós somos mais reservados, soubemos puco tempo dps q ela tbm tinha tentado de se matar mas esssa n foi a °1 vez q ela tentou ela já disse no tt q já havia tentado se matar 60 vezes, e eu sei oq é querer morrer, desistir de tudo, se eu tentar me matar vai ser só a 1° tentativa e só mas ninguem se importaria ninguem quer ewscutar a minha versão e eu fico muito triste pq ninguem, ninguem sente falta de mm, me deixa arrasado pq quqando eu conto parece q isso é culpa da minha namorada mas eu sinto tanta falta dela, me deixca triste pq não é a 1° vez q ela difama alguem aleatoriamente, ela diz que odeia o cunhado dela por ser toxico,mas, toxico pq? não tem explicação o cara não sai nem do meo do mato, me sinto trise pq eu acho q tenho depressão mas eu acho tbm q seria desulmilde da minha parte achar isso assim, tbm repudio completamente assedio abuso estupro, tudo, tusdo issso e jogam um fardo desses ma minha costa, eu sinceramente não me matei pq é a minha mãe quem precisa de mim, eu simplismente odeio odeio odeio ela, e sinto muito se ela tiver depresssão mas eu não me importo mais , ela fez tudo isso e esperou o momento pra acabr cmg e ela conseguiu e ninguem vai querer simplismente abraçar minha causa, tbmme sinto horrivel pq parece que eu s´penso em im, mas toda vez q eu lembro disso me dá um peso mo meu peito. desculpa mãe mas eu não fiz isso.
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2020.09.01 22:01 Jackfruit-True uma carta de um deseperado

Escrever, acho que é a única maneira de tentar nadar quando estou me afogando na tristeza eterna que perneia minha mente desde quando eu soube que o mar era apenas uma parte do oceano. Faço parte daquele tipo de pessoa que não sabe o motivo da sua existência. Querendo sempre achar uma razão para continuar se levantando todas as manhãs quando tudo o comove para você ficar deitado.
Me afundo no cigarro, conheci a maconha, estou quase familiarizado com a ideia de passar o resto da minha vida beijando-as, e transformando-as em minhas constantes companhias.
Constantemente me faço perguntas, até hoje sem respostas, que contenham a ideia de felicidade e sorriso. Esconder de todo mundo o seu sentimento é complicado, até narcisista.
Não poder pedir ajuda, as vezes é egoísta, mas poucas vezes necessário. A necessidade de dormir em meu corpo me faz imaginar que o sono é uma terapia em que encontro meu consolo.
Mas isso passou, da mesma forma que o inverno passa rápido para os agricultores, como passa o efeito da maconha rápido para quem deseja se encontrar em outro mundo se não na realidade, passou a ideia de sossego momentâneo ao dormir. Até o reinado que eu adorava, o sono, começou também a ser meu inferno. Tenho pesadelos, não consigo mais dormir tranquilo. Meus pesadelos são constantes, parece que no sono eu consigo enfrentar fisicamente os demônios que sempre me vencem. Não basta apenas me vencer, eles gostam de humilhar. De passar na cara que felizmente estão conseguindo ganhar essa batalha. Típico de vencedores.
Então me acordo, vou me consolar na nicotina. Bem, ela tem sido minha presença diária, minha amiga infiel, na flor da pele ela encontra seu destino levando minhas dores psicológicas e deixando um pequeno vasto de chance para futuramente o câncer também ser meu destino.
Seja qual for sua dor, sei que todo mundo tem. Mas não se compara a sorrir forçado e tentar levar a vida como se a guerra existencial em sua mente fosse passageira.
A culpa é algo que me domina. Quando bebo, isso me consome, como se tudo ao meu redor fosse culpa minha. Como se tudo estivesse em minhas mãos. Não consigo enxergar nada que consiga superar isso. Já tentei de tudo, mas tudo foi em vão. Talvez eu não tenha tentado nada além de satisfazer o desejo deles. Talvez essas minhas tentativas façam parte do jogo prazeroso de um poderoso inimigo que joga esse jogo constantemente, um acostumado a vencer.
Então olho, para um lado, para o outro, mas o sentimento apenas é de perder uma parte de mim a cada dia. Isso é muito intenso. Passar por isso, e ficar deitado me faz pensar que perdi uma batalha que comecei a lutar com a certeza que iria perder.
Tenho a mera impressão de saber qual será o meu legado aqui, tenho a impressão, e quase certeza, que tudo foi em vão, lutar pra que?
Bem, ela me venceu, ela vem me vencendo. Logo eu que se sentia indestrutível. E quando acordo de manhã, o máximo que consigo enxergar é uma carteira de cigarro e mais um pouco de atenção ao acender perto de meus pais. Para eles, para muitos, a nicotina é uma isolada droga que ataca os pulmões e leva a pessoa ao cemitério. Mas para mim, bem, para mim é única arma que tenho para enfrentar a solidão eterna.
Pensei várias vezes em pôr um fim nesse drama. Tentar carregar comigo essa solidão para que não seja uma realidade para minha mãe, para minha sobrinha. Isso será um fim que não quero que eles passem.
Ao incansável descuido, tento me cuidar e ir em uma oração, tentar começar a acreditar em um deus previsível que seja cuidadoso comigo mesmo. Mas, não consigo. O ateísmo me fez ser liberto, mas o saber da verdade também tem consequências.
Nesse pequeno texto, se vai mais milhares cigarros. Como é perturbante saber que uma droga te faz se sentir vivo quando você na verdade já morreu.
Muitas pessoas imaginam que estão vivas, mas na verdade vivem a todo momento sua morte. Reprovável saber que está vivo mas viver como se estivesse morto. Talvez, a escuridão eterna seja a eficácia plena. Talvez a morte como aliada você consiga vencer a batalha.
Se você está lendo isso, você foi alguém que passou por mim e deixou rastros de amor que foram simples, mas que me fizeram tentar caminhar mesmo quando não tive folego.
Eu ainda tenho, dentro de mim tem uma criança que ainda grita pedindo socorro para o meu próprio eu responder e continuar lutando. Sinto muito dizer, mas eu me considero perdido.
Carrego a culpa do mundo em minhas costas. Eu queria apenas me sentir vivo, isso não é pedir muito para a mãe natureza. Não queria felicidade, queria apenas acordar em um dia imaginando que posso ao menos fazer algo e ser prazeroso comigo mesmo. Sentir a chamada felicidade, sem o abuso de drogas.
Mas, quando me afogo na bebida, na maconha, ou em qualquer coisa, depois me culpo como sendo um fracasso. Uma joia que encontrou o fundo do mar, como a bijuteria que chega perto da brisa do oceano, e mostra sua real verdade, que não passa apenas de ferro.
Estou aqui, não sei por quanto tempo, mas meu pedido é apenas para nunca tocar no assunto dessa carta comigo. Meu desejo é apenas você saber quem sou eu, e que você viva com o intuito de ser feliz, e principalmente não encontrar esse local que estou, não passar nem por perto. Pois eles te pegam, eles a devoram, destroem tudo ao seu redor.
Eles são estratégicos, não falam que estão ganhando até chegar a um ponto que sabem que você perdeu e zoam sua cara desejando infinitamente sua escuridão com o árduo e prazeroso desespero de tirar sua vida. Cuidado, eles estão próximos. Desculpa. Esse sou eu, esse fui eu.
Eu estou cansado, tão cansado que não consigo mais fingir. Estou fardo disso. Estou muito cansado, tanto que não consigo transferir isso nessa carta. Eu não gosto nada dessa vida, dessa droga de vida.


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2020.08.24 03:06 zephrot Diário de uma queda

Meu primeiro conto senão me engano, 8 anos atrás, resolvi revisar e mudar ele, masss antes disso quis postar a versão antiga antes da nova surgir, acho que é o certo a se fazer, espero que você ache minimamente interessante. :)

"Você é puro? Livre de pecados? Pronto para estar perto do nosso e único Deus? Se sim, zephyr É seu lugar"

Essa frase foi lançada desde o dia 1 de zephyr, uma bela mentira lançada para encobrir uma cidade podre por dentro, o que supostamente seria um templo no céu se tornou o túmulo de muitos, fora da casa em que me encontro ouço os sons de tiros e gritos, resultados da revolta contra o profeta, o cheiro de sangue invade pela janela, a cada poucos segundos ouço gotas de sangue e gemidos vindo de Arthas, o desgraçado demora pra morrer.
Não que isso seja ruim, demorei 10 anos para encontrar e matar o filho da puta, e ainda não me sinto satisfeito, não depois do que fizeram com minha família.
Dizem que acordar com uma visão do céu e sinal de boa sorte… creio que se isso fosse verdade eu teria sorte por toda minha vida.
Crescer nas nuvens teve suas alegrias, momentos perfeitos naquela cidade utópica criada pelos ideais de um fanático, uma cidade livre de pecadores, livre de raças inferiores, ali nos estávamos perto de Deus e ele perto de nos. Zephyr era seu nome, a joia do céu, a cidade livre de pecados, sua historia de origem? Bom, a real historia eu fui descobrir depois de muito tempo, mas a versão que nos era contada por nossos pais era a seguinte:
"Décadas atrás, quando o mundo estava perdido em guerra, uma criança nasceu em meio ao caos, uma criança que viria a ser nosso profeta, aquele que fundou nossa joia, nossa Zephyr. Sua infância perdida em meio a violência, se fez homem cedo e buscou em Deus refugio, e nosso amado Deus não deixaria tal criança sofrer em vão, a essa mesma criança foram dadas visões, visões na quais se via Zephyr. já como jovem iniciou a busca pela terra prometida ate se dar conta de que ele seria aquele que iria construi-la. E assim ele achou a entidade, o espírito do oeste, aquele que nos mantém no ar"
Se você achou vago, não se assuste, ele fez de tudo para deixar a narrativa aceitável, talvez tenha falhado em deixar convincente porem mesmo assim todos aqueles em Zephyr eram fiéis ao seu profeta... Pelo menos ele assim pensava. A historia não esta totalmente errada, na época como criança eu mesmo acreditava e orava pelo profeta, mas me perdoem, eu era tolo, e como tolo eu errei.
Com amor: Donnie
O cotidiano da minha infância seguia uma rotina bem simples, durante a semana aulas do começo da manha ate o fim da tarde, sábado passeios ocasionais com colegas de classe, aos domingos sempre tínhamos a santa missa, a qual todos os moradores de Zephyr eram obrigados a ir, isso resume minha vida desde os 8 aos 15 anos, mas uma hora ou outra a realidade bate em nossa porta.
Dia 30 de julho sempre foi uma data especial em minha casa já que marcava tanto o casamento de meus pais quanto o aniversario de minha irmã, Angie, ela era a nossa luz de cada dia, não importava o que acontecesse ela sempre sorria, sempre nos alegrava. Meu nome é Donnie, junto com Angie e meus pais Magnus e Cristine nos éramos a família Carter, uma família até que bem respeitada em nossa cidade, meu pai sendo um conhecido arquiteto e minha mãe uma dona de casa muito conhecida por seus doces, éramos em geral uma família feliz que ate esse ponto não tinha sido tocada por aquilo que Zephyr escondia.
Nossa cidade tinha uma ligação com o mundo terrestre graças aos dirigíveis, e logo abaixo de Zephyr havia uma pequena ilha onde ficava um terminal de abastecimento para nossos meios de locomoção além de uma pequena praia onde famílias podiam ir visitar e passar uma tarde agradável na areia ou no mar, contudo esse era o limite que o Profeta nos deu, qualquer contado maior com o povo da superfície podia nos influenciar no caminho do pecado, entretanto não era incomum nossa pequena ilha no meio do mar ser visitada por pessoas de grandes países, que são em sua maioria cheios de cidades, as que mais ouvíamos falar quando crianças eram Nova Iorque, Londres, Paris, e de um pequeno pais chamado Cuba, também não era incomum pessoas de cor aparecem por lá, mas logo eram detidas, pois de acordo com o Profeta, Deus marcou os pecadores com cores e características diferentes das nossas para que assim não nos envolvêssemos com o tipo errado de amizade.
Agora que expliquei o que e como funcionava a ilha, voltemos ao ponto em que parei, naquele dia para comemorar seu aniversario Angie quis descer ate a praia, ela amava a agua, desde pequena não gostava quando nossa mãe a tirava da banheira, ela era uma criança tão pura, fazendo seus 12 anos naquele mesmo dia. Como era seu aniversario meus pais não tinham como dizer não, escolhemos o primeiro dirigível das 9 da manha e descemos ate a praia, um detalhe muito importante era a maneira como minha relação com Angie funcionava, não era a típica relação de irmãos onde sempre há brigas, nos sempre apoiamos um ao outro, não importasse o que fosse, era tudo tão lindo ao lado de minha irmã, nosso percurso no ar levou cerca de 10 minutos, a excitação dela era palpável no momento em que ela viu o mar, meus pais como sempre abraçados e sorrindo ao ver o sorriso em seu rosto, pode parecer que meus pais não me davam bola, mas aquele dia era deles e dela, e eu me contentava por vê-los felizes, isso era mais que suficiente para mim, ao desembarcar no hangar de pouso a primeira coisa em nosso campo de visão foram as lojas da ilhas, um verdadeiro parque de diversão para Angie, só não era o mesmo para o bolso do meu pai.
Nossa primeira parada foi o carrinho de sorvete, uma tradição de nossa família toda vez que íamos ate lá. Angie avistou um vestido florido cheio de cores numa loja próxima, creio que ao ver isso a carteira de meu pai já começou a se preparar, devo mencionar que nos não éramos pobres, mas também não ricos como os Lannis ou os Bariens, mas vivíamos bem só que meu pai era mão de vaca mesmo. Creio que não seja necessária uma descrição detalhada de nosso dia na praia, comemos um belo café da manha, meus pai ficaram na areia abraçados enquanto eu e minha irmã estávamos no mar, pouco depois almoçamos ali mesmo na areia, a única parte realmente relevante dessa tarde foi que o capitão da guarda de Zephyr estava por perto e veio nos cumprimentar, seu nome? Arthas Lannis, um membro de uma das famílias mais ricas de zephyr, aquele filha da puta, pode ter demorado mas ele teve o que mereceu. Quando começou a escurecer meus pais decidiram que já era hora de irmos, e assim pegamos o próximo dirigível de volta para nossa cidade nos céus.
Lembram do amor de minha irmã por rosas? Eu não podia deixar isso passar em branco, assim que chegamos em nossa casa, pedi ao meus pais se poderíamos dar uma volta enquanto eles descansavam (eu sabia que eles queriam um tempo a sós) então foi fácil convencer eles, assim que eles liberaram saímos de casa, queria leva-la aos jardim da ilha do cardeal, esse era o bairro onde os membros do culto do Profeta moravam, então tínhamos que entrar as escondidas, mas valia a pena, eu sabia qual seria a reação dela ao ver o mar de rosas vermelhas daquele jardim, atravessamos a ilha onde nosso bairro se encontrava e fomos pela ilha comercial chamada de Lazaro, caso esteja confuso entender nossa cidade era dividida em ilhas flutuantes interligadas por bondinhos ou pontes, existiam dezenas de ilhas com vários tamanhos e utilidades diferentes, mas a mais imponente de todas era a ilha do Iluminado, chamada assim já que seu único habitante era ninguém mais ninguém menos do que o Profeta, entretanto não era permitido perambular perto daquela ilha, e isso nem mesmo eu ousava desobedecer, ao chegar na ponto que ligava Lazaro com Cardeal, tomamos cuidado para que ninguém nos visse e assim adentramos a ilha, ao passar pelo portao rodeado de madressilvas, logo ali na nossa frente, estava o que prometi a Angie, o mar de rosas mais lindo que jamais fora visto, lhe avisei que podia pegar apenas uma rosa para levar de lembrança, ela escolheu uma linda rosa vermelha bem gorda e sem nenhuma mancha. Ali estava ela, em pleno êxtase de animação ao segurar rosa em suas mãos, contudo, a realidade sempre bate em nossa porta não e mesmo? E foi assim que ela bateu na nossa. Um grito não muito longe de onde estávamos no alertou de que algo estava errado, puxei minha irmã pela manga e fui o mais rápido e silencioso possível em direção, esse foi meu primeiro erro, e paguei caro por ele, sem perceber acabei nos levando em direção do grito, ao chegar na intersecção das ilhas, bem em frente da ponte havias uma figura escura mesmo sendo iluminada por um poste, atrás dele um pouco retorcida havia uma criança chorando baixo, três homens carregando armas surgiram na frente do homem escuro, que mais tarde soube que na verdade ele era um afro descendente, o mais chamativo dos três homens que surgiram ira o conhecido Arthas Lannis.
Arrastei Angie comigo para trás de um banco perto da ponte, pensei que fosse ser possível esperar ali ate o que quer que fosse acontecer ali acabasse, esse foi meu segundo erro, mesmo de não muito perto pude ouvir a conversa entre eles:
– Por favor, minha filha e inocente, deixa-a ir – o tom de suplica em sua voz pegou de surpresa.
– A deixar ir? Ela carrega sua cor, a cor de um pecador, pelo bem de Zephyr não posso permitir esse tipo de gente em nossa cidade – quem falou isso? O capitão Arthas em pessoa, cuja frieza soava cortante.
– Meu Deus, protegei seu servo.. – antes dele prosseguir Arthas o acertou com uma coronhada.
– Quem você pensa que e para pronunciar o nome de Deus em vão? Raça imunda – uma segunda coronhada, dessa vez a menina começou a chorar de verdade. – Vão para o inferno, lugar onde o resto da sua raça te encontrara em breve. Guardas..
– Porque? – tanto eu e os guardas não sabiam em que reparar, na pergunta, ou na pessoa que a fez – Porque fazer isso com eles? Ele só esta protegendo ela – lá estava Angie, segurando sua rosa com ambas as mãos na espera de uma resposta;
Arthas foi quem se recuperou antes e disse:
– Vá para casa pequena, você não tem nada a ver isso – não havia cortesia em sua voz, aquilo tinha sido uma ameaça velada, infelizmente Angie não recuou, pelo contrario, enfrentou novamente o capitão se pondo na frente do homem escuro. – bom você não me deixa escolha criança – não havia hesitação em sua voz, ele nem sequer sentiu qualquer remorso – Guardas – lá estava eu paralisado, tanto por medo quanto pela própria cena em si – Apontar – minha voz não saia, nada que eu falasse ou tentasse pelo menos fazia, eu fiquei lá, parado, sem a mínima reação, esse foi meu terceiro erro, nesse meio termo, minha irmã com suas mãozinhas delicadas encaixou sua linda rosa no cano da arma do capitão, e mesmo assim, mesmo diante dessa cena não houve um brilho sequer de piedade em seus olhos, naquela horas eles estavam mais escuros do que nunca – Fogo.
Eu gritei, ao som do comando de Arthas eu gritei, mas voz nenhuma saiu, tudo o que consegui ver, foram pétalas queimadas daquela linda rosa boiando em um pequeno mar de sangue.
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2020.08.23 00:19 johnmarston1997 A Odisséia da minha vida sexual (até agora)

Não tenho um motivo pra claro pra escrever este desabafo, além de querer que outras pessoas aprendam com meus erros, e talvez não se sintam tão ruins sabendo que os problemas que elas enfrentam, muitas outras enfrentam também.
Pra começar, desde criança, sempre ouvi que eu era bonito. Tenho olhos azuis, cabelo liso, mas essa bajulação acabou me fazendo mal como vou mostrar mais adiante.
Passei o ensino médio inteiro sem pegar ninguém. Naquela época tinha acabado de virar metaleiro e meu cabelo tava quase na cintura, além do mais não fazia ideia de como chegar em alguém. Teve uma vez que eu cheguei a falar pra uma menina olho no olho que eu gostava dela, sendo que nós nem éramos tão próximos, só que obviamente ela disse não (afinal, o que mais ela poderia ter feito diante de uma abordagem tosca dessa ?).
Enfim, dae fui pra faculdade ainda bv, com 18 anos. Fui fazer o curso de engenharia eletrônica numa federal e até aquele momento as pessoas diziam "é assim mesmo, as coisas vão mudar quando você entrar na faculdade". E de fato, esse pensamento cômodo de que" você é bonito, não precisa se preocupar" me atrasou muito. Nada cai do céu, jovens, nunca se esqueçam disso. Enfim, fui pra algumas calouradas com alguns amigos, e finalmente perdi o bv. Uma menina simplesmente me agarrou e começou a me beijar. Não era nenhuma modelo, mas pra quem tava começando ja tava ótimo. Porém, eu, tabacudo como eu era, não peguei o número dela, e ficou por isso mesmo.
Porém, logo o logo o curso começou a apertar de verdade, e eu não tinha tempo pra mais nada além de estudar. Então passei dois anos sem dar um beijo sequer, sem marcar um encontro, nada.sem falar que ainda era virgem. Meu pai àquela altura já estava começando a achar que eu era gay, então me deu dinheiro e disse pra eu ir contratar uma prostituta. Fiz isso, e apesar de ter perdido a virgindade, o negocio foi uma merda. Nem fez tanta diferença assim no final das contas. O sexo foi completamente desajeitado. Até que com 21 anos, uma menina praticamente caiu do céu no meu colo. Tava no restaurante universitário, tinha acabado de sentar com o meu jantar e a menina da minha frente simplesmente falou comigo dizendo que queria me pegar kkkkk além do mais era razoavelmente bonita, então dessa vez aprendi com os meus erros e peguei o numero dela. Marcamos de jantar e depois consegui convencer ela a ir num motel e finalmente perdi REALMENTE a virgindade com 21 fucking anos.
A partir daí, meu objetivo passou a ser conquistar garotas sem depender da sorte de uma delas simplesmente cair do céu no meu colo. Comecei a usar o tinder pesadamente, e descolei várias transas assim, porém logo percebi que a desvantagem do tinder é que as garotas mais atraentes não o usam, pois não precisam. Dessa forma, você fica restrito às garotas feias ou medianas.
A princípio, isso pra mim não era problema. Tava na minha fase de urubu, pegava qualquer uma que me desse mole.Pegava até mulheres de 40 anos. Só o sexo era importante pra mim nessa época . Mas logo logo fui enjoando. Fui querendo ter algo a mais, comecei a desejar algo que até então nunca tinha tido: um relacionamento. Até agora todos os relacionamentos que eu tinha eram casuais, visando apenas o sexo. Não tinha vontade de namorar nenhuma das mulheres com as quais eu transava.
E assim, percebi que tinha que mudar minha estratégia. Comecei a perceber que pqra arranjar alguém que eu realmente gostasse, precisaria aprender a conquistar alguém ao vivo e a cores, e não por um aplicativo. Isso era algo que eu não sabia fazer( e eu ja tinha 23 anos), mas tinha que aprender urgentemente. Vi todos os vídeos de YouTube possíveis sobre o assunto, e começei a abordar mulheres em baladas e festas, a princípio sem muito sucesso.
As coisas realmente mudaram no Carnaval deste ano. Fui com alguns amigos meus e consegui aprender algumas coisas sobre abordagens. Ao longo do Carnaval, devo ter beijado umas 12 meninas ao todo, sendo que 2 delas resolvi pegar o contato pra depois. A partir de então, finalmente consegui sentir um pouco de confiança em mim mesmo em relação às minhas habilidades Porém, logo, logo, veio a pandemia, e desde março não tenho um encontro, um beijo, nada. E provavelmente vai ser assim pro resto do ano.
Enfim, quis fazer isso pra mostrar que se relacionar não é algo fácil pra muita gente. Pra mim certamente não foi. A sensação que eu tenho é que eu tive que aprender coisas que a maioria das pessoas já naturalmente sabem. Até os 22 anos, não fazia ideia de como pegar alguem. Hoje,não sou nenhum Casanova mas pelo menos tenho uma ideia melhor do que eu devo, ou não devo fazer. Mas no final das contas ainda não arranjei uma namorada depois de tudo isso hahahahahah
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2020.08.18 22:17 Mili_Tf Sou babaca por supostamente "separar" meus primos do meu tio?

Olá Luba Barbudin, Gata lindonaas, Papelões que ainda tem um pouco de pulmão e turma que esta a ver. Hoje conto uma história maravilhosa sobre drama e palavras de baixo calão (faz uma voz decente, igual a da Lady gaga).
Uma vez meu tio Angelicano ( nome qualquer) pediu para eu passar as férias em sua casa, eu fui e quando chegei lá com meus pais fomos supreendidos por um BANHO DE COCA COLA. Detalhe: Ele mora na Europa e a gente no Brasil então eu tinha acabado de sair de um hotel. Pode parecer mesquinha e tals, mas eu ODEIO quando me sujam, acho desnescessário e infantil ainda mais para um homem de 60 anos. Após essa supresa eu fiquei brava, muito brava, falei qualquer tipo de palavrão ate ele não conseguir argumentar mais, entrei na sua casa para tomar um banho. Consegui ouvir os gritos que meu pai deu com ele e de como ele tinha sido idiota com essas brincadeiras.
Meu tio não queria mais falar comigo, meus pais estavam sem dinheiro para voltar porque Angelicano disse que pagaria a viajem após todos os momentos "maravilhosos" que iriamos passar. Seus filho desseram que tinham que ouvir todo dia fofocas dele reclamando de mim e de como eu era mal criada. Eles já não aguentavam mais e falaram para ele que ou Angelicano pedia desculpas para mim ou iriam passar a ignorar o seu própio pai.
Angelicano é o tipo cara de filmes "aqui não há espaço para nós dois" e mandou eu e meus pais embora, sem dinheiro! Eu voltei lá e obriguei ele me dar o tal dinheiro que iria usar para pagar a nossa volta e disse que se ele não desse o dinheiro iria chamar a policia.
Angelicano já se meteu com tráfico ilegal de animais e sua ficha é bem suja pelos seus vizinhos que sempre o denunciam pelo seu som alto as 3 da madrugada. Não quria enfrentar um problema de sua sombrinha dr 15 anos indo a policia para que ele desse o dinheiro, então ele cedeu e deu o dinheiro.
Voltamos ao Brasil, quando voltei percebi que todos estavam diferentes, chamei minha tia que é divorciada dele para conversamos em uma lanchonete que meus pais são donos. Ela aceitou e quando chegou lá foi botando para fora sem eu ao menos perguntar. A conversa foi +/- assim:
-Quando seu Angelino te botou para fora, os seus filhos foram juntos?
Não, porque?
-Então eles fugiram, já faz 3 semanas que Angelino procura eles, a familia nem fala mais com voce porque ele afirma que voce os sequestrou, mas eu sei que vc nunca faria isso.
Luba, meu mundo caiu, meus primos foragidos e a primeira suspeita era EU! Ele afirmava que era eu, minha familia não queria mais falar comigo e eu recebia semanalmente ofensas de meus avós e tios se perguntando de como eu podia fazer aquilo.
Tempo vai e eu consigo entrar em contato com meus primos, marquei um encontro para saber se era eles mesmo (pq a conta parecia fakezona) e eles foram, me contaram o como ele passou a tratar os filhos todas as vezes que citavam meu nome ou o do meus pais, diziam que não aguentavam aquela pressão toda e sairam de sua casa, mencionaram também que eles tem 20 e 27 anos e não queriam que fossem tratados como crianças. Oque por mim está certo, são adultos com dinheiro e familia fora daquele país, não foram rapitados ou sequestrados para serem abusados em cativeiro, são homens e fazem oque quiser da vida.
Contei isso há minha tia e ela surtou, disse que Angelicano estava sendo totalmente mesquinho só porque eu xingei ele. Disse também para eu entrar em contato com Angelicano e explicar a situação de seus filhos.
Fui toda pinpolha no Instagram dele para conversamos, quando vi que ele SUBSTITUIO os filhos e estava CASADO, antes de eu entrar em contato com meus primos minha tia falou com a policia Europeia, que foi a casa de Angelicano, porque estavam acusando que ele matou os filhos. Com a ficha toda negra da policia que ele tem, arranjou uma espécie de "filhos de alugue" para dizer que não matou. Colocava bio de dia dos pais e seu casamento foi ontem.
Fiquei tão brava que nem falei para ngm, mas uma hora vão descobri.
Fui babaca por causar toda essa situação?
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2020.08.18 03:28 isaaaklotz Meu Nice Pai pt.2

Oii Luba, editores e turma que está a ler. Primeiramente peço mil desculpas por ter demorado tanto para postar o restante da história.
Bom, continuando os acontecimentos do que contei anteriormente. No começo da "separação" (meus pais ainda não estavam separados pela justiça) eles até que se davam bem, jantamos uma vez juntos no porão da avó demoníaca e assistimos um filme. Tudo certo até então. Porém de repente meu pai mudou muito, começou a ser rude com a minha mãe, fazer drama por nada, inventar histórias etc. Ok, estranho mas pode ser por causa da separação ou assim né? Mas o fim da picada foi quando ele me perguntou se eu andava ligando pra Liar e ameaçando ela e suas filhas, coisa que eu neguei prontamente pois nem o número dela eu tinha. E ele não acreditou em mim! Perguntava se eu tinha certeza, duvidando de mim, a própria filha dele! Minha mãe me defendeu, mas eu duvido que ele acreditou em nós.
Depois disso começamos a brigar bastante, pois tínhamos medo dele pirar e nos acusar injustamente de novo, por isso toda vez que ele tentava sair comigo e com a minha irmã dávamos uma desculpa esfarrapada pra não ir. Quando ele ligava para nós jogávamos os fatos na cara dele, como ele acreditava na amante dele, como ele preferia comprar coisas pra ela em vez de pagar pensão para termos o que comer etc.
Após um tempo as coisas sossegaram, paramos de brigar tanto e saíamos de vez em quando para almoçar com ele. Algo que eu achava estranho é que ele vivia falando mal da minha mãe pelas costas. Como isso que ele fazia era alienação parental (para quem não sabe, "a alienação parental é o processo e o resultado da manipulação psicológica de uma criança em mostrar medo, desrespeito ou hostilidade injustificados em relação ao pai ou mãe e/ou a outros membros da família.") e é um crime, eu comecei a gravar nossas conversas como prova se caso ele quisesse botar a culpa de alienação parental na minha mãe. E ele não fazia isso apenas quando saíamos para comer, também quando me levava no treino de vôlei, futsal e judô. Teve um dia em específico que eu acho que ele deve ter percebido que eu estava gravando nossa conversa. Na real eu não me lembro certo se foi a caminho do meu treino ou quando estávamos saindo do restaurante, mas ele me disse que "... não tinha problema, se eu não estiver gravando a nossa conversa". Enfim, era toda hora ele fazendo pressão psicológica para contarmos coisas sobre a nossa mãe, algo que com certeza não faríamos, afinal ela era e é a única entre os dois que realmente se importa se eu e minha irmã temos o que comer, e sinceramente, ela nunca fez algo de errado para poder incriminá-la de alguma coisa.
Chegamos ao dia 23 de outubro. Nesse dia teve os jogos de interclasses na minha antiga escola. Como naquele dia a minha mãe tinha outra audiência eu e minha irmã ficamos na casa de uma amiga minha da época durante a tarde toda (estudávamos de manhã). Até que chegou a noite, minha mãe me ligou avisando que estava saindo da audiência que acontecia na cidade vizinha, e me deu a notícia que o juiz estava nos OBRIGANDO a encontrar com nosso pai. Eu fiquei p da vida, meu dia estava indo tão bem e do nada vem essa bomba de bosta pra cagar com tudo. Fomos esperar o ser humano num café do outro lado da rua da praça, minha mãe na praça pra ficar de olho caso algo acontecesse. Quando vimos ele chegar, comecei a gravar a conversa. Ele sequer se sentou, apenas disse para pegarmos nossas coisas e entrarmos no carro pois iríamos na casa da mãe dele (ps: o ponto de encontro marcado ERA no CAFÉ, e não fora dele). Eu fiquei nervosa e comecei a tremer e gaguejar, e quase chorando liguei pra minha mãe e contei baixinho o que estava acontecendo. Ela desceu a praça mais rápido que o Flash e começou um barraco na rua dizendo que ele não podia tirar a gente do café porque o ponto de encontro era lá e tal. Ele ficou puto, e entramos num acordo de fazer o encontro num tipo de "concha musical" (que é uma contrução ao lado da prefeitura para bandas tocaram em datas festivas na cidade). Ficamos lá e depois do encontro eu, minha mãe e irmã fomos a pé para casa. (Eu ainda fico pensando o que poderia ter acontecido se tivéssemos ido junto com ele, eu não duvido nada dele). Esse foi o último dia que vimos ele pessoalmente.
Hoje em dia moramos na cidade natal da minha mãe, longe dele e perto da família que nos quer bem. Ele entrou raras vezes em contato conosco, coisa que eu não ligo muito por não querer mais vê-lo. Ele deve mais de 17 meses de pensão alimentícia, além do pró-labore/ salário que ele ainda não pagou pra minha mãe pendente do rolo no parque aquático. E um fato que eu acho engraçado é que não paga a pensão porque "NãO tEm DiNhEiRo SuFiCiEnTe" mas pagar o próprio casamento (sim gente, eles se casaram) e dar mimos pra amante e as filhas dela, pra isso ele tem dinheiro.
Acho que isso foi tudo, se acontecerem mais coisas eu vou contando para vocês.
Vou tentar escrever a história da avó demoníaca ainda hoje.
Bjs
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2020.08.15 18:37 Lucas_D_Soares Os Dois Lados da Mesma Moeda...

Fala seus lindos, maravilhosos e cheirososo cheios de amor, muito importantes para todos. MInha internet caiu e decidi escrever um pouquinho, espero que gostem e reflitam talvez.
Eu noto algumas coisas sem sentido às vezes, mas que depois tem muito significado.
Se quiserem me avaliar, fiquem a vontade, aberto a criticas.
Os Dois Lados da Mesma Moeda!
Que vivemos em uma sociedade capitalista, isso não é novidade para ninguém, mas os efeitos, sejam bons ou ruins, não serão sentidos por todos, isso é um fato. Quero compartilhar algo que notei e como uma palavra que grande parte daqueles que vivem no meio de tal sistema nem sabem o que é influência tanto nas vidas e criação das pessoas, como um todo. Às quintas-feiras tenho trabalhado como ajudante numa pequena barraca de temperos. É uma feira noturna, a maioria dos produtos lá vendidos são churrascos, pasteis, bolos, doces, e algumas bijuterias etc. Algumas vezes ela está sem movimento e outras, algumas barracas faltam, às vezes. E foi no lugar de uma barraca de doces, que se estabeleceu um trio de crianças: dois garotos e uma garota. Um dos dois meninos era provavelmente o mais velho dentro do grupo, talvez tinha uns 12 a 13 anos; a menina por sua vez deveria ter uns 10 a 11; quanto ao caçula, no máximo uns 8 anos. Esse infame trio, como todos os outros adultos ali presentes, queriam vender seus produtos: maçãs do amor, espetos de morango banhados em chocolate e algumas balas de menta, aquelas verdes de goma, vendidas num saquinho bem pequeno, com certeza eles tinham concorrentes! Eles ficaram estacionados ao lado duma barraca de frutas, utilizando caixotes do vizinho como mesa e cadeira. Sinceramente, se venderam 10 coisas de suas caixas de isopor fora muito, mas ali ficaram até umas 22h. Do lado oposto á eles, a barraca vizinha há minha, o nosso companheiro de feira vendia brinquedos, que era para aqueles três, e para todas as crianças que passam por lá, algo lindo e fantástico de se apreciar. Mesmo gritando(ou melhor, tentando), para chamar a atenção de seus possíveis clientes, vira e mexe seus olhos iam de encontro aquelas obras de plástico que continham luzes e sons atraentes a todos. Um olhar de desejo, e desejo distante. No mesmo lado em que se encontravam, um pouco mais longe tem uma imensa barraca de churrasco, e meu povo, parece que ninguém mais se importa com Covid, seja 19 ou 1000. Durante aquela noite, mais uma família chega ali para comer algo que pode ser feito em casa com segurança e conforto. Eram dois casais: O pai e a mãe, e dois filhos, os quais aparentavam ter a mesma faixa etária que os dois mais novos vendedores de doces. Esse par de bem-vestidos, enquanto seus pais estavam na mesa aguardando seu pedido, foram visitar o “parque” de brinquedos chamativos, na esperança de levar alguns para casa. Eles eram iguais aos que estavam do outro lado com o mesmo desejo, porém, esses, nem gastavam os esforços de visitar a barraca, pois sabiam que nada levariam dali, seria inútil desgastar mais ainda seus chinelos de tamanhos desproporcionais a seus pés ou arriscar rasgar suas roupas que, muito provavelmente, outrora, pertenceu a outro dono. Escrevi tudo isso para chegarmos nesse ponto: dois pares de crianças; com quase as mesmas idades; dos mesmos sexos; no mesmo lugar;. um par observara tudo aquilo de longe, enquanto o outro tocava e experimentava todos aqueles brinquedos chamativos; um tinha certeza de que não o teria, o outro gritaria para seus responsáveis na grande possibilidade de obter; os mesmos desejos, oportunidades e vidas completamente diferentes. Apesar das igualdades, a quantidade de papel vindo de uma fabrica dum lugar que poucos sabem onde fica, determina seus destinos, suas vidas, seu crescimento, tudo... Eu só tenho a agradecer a Deus por poder hoje ter um celular e um computador para passar esta informação, pois apesar de tudo o que somos ou o que queremos ser, o dinheiro que determinará o quanto teremos que nos esforçar para conquistar o que queremos, que horas iremos chegar em casa, que horas acordaremos, atrás de qual volante iremos ir ao trabalho ou ir passear, tudo isso que foi definido por pessoas que nunca falamos, que só conhecemos por vista na internet, televisão ou livros de historia. Um dia um homem depois de perceber que tinha muita comida, decidiu fazer trocas, depois outro decidiu vender, e esses homens que só Deus sabe quem são definiram o nosso hoje, definiram por onde você lê isso, definiram até as amizades e felicidades que você tem e compartilha. No mover e no falar de um homem, muitas vidas perecem e nascem, tem sucesso ou fracasso, naquilo que você escolhe fazer, o mundo todo pode mudar. O mundo esta em nossas mãos, basta move-las para o lugar certo que encontraremos a felicidade ou tristeza, o sucesso ou fracasso, nossos sonhos ou mortes...
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2020.08.11 00:50 migueucardouso Conecte-se com o mundo

A Noite nublada, tristonha, choramingava um orvalho denso e contínuo, insistindo para que saísse e desfrutasse da beleza da cidade da Figueira da Foz.
Confesso que estava reticente quanto ao pedido. Não sabia se deveria arriscar seguir a sua vontade, ou a negar. Decidi dar o braço a torcer. Habilitar-me-ia ao risco de ter uma noite enfadonha, mas ao menos, sempre corromperia a linha do hábito e da rotina.
Ela, satisfeita com a minha escolha, moderou o seu comportamento. O orvalho cessou, a temperatura aumentou e as nuvens, que se esforçavam por esconder a beleza das estrelas, tiraram o resto da noite para folga.
Depois de percorrida a marginal lotada de pessoal, vistas as atrações que pretendiam prender quem por ali procurava diversão e apreciada a mistura de aromas provenientes dos restaurantes, o apetite, naturalmente, demonstrou que estava presente. Era só mais uma a paragem a registrar, junto ao Largo Luís de Camões, o restaurante Praça 18º.
Mais uma adversidade fez questão de se colocar no meu caminho. No interior, as mesas estavam completamente lotadas. A pandemia obrigou que a lotação total permitida fosse reduzida e o espaço, outrora capaz de dar abrigo a um número considerável de pessoas, o que permitia uma entrada imediata, beneficiava agora os perspicazes que se lembravam de fazer reserva.
Aproveitei para ver as brincadeiras das crianças, que fartas de estar à mesa, se escapuliam para o exterior, para se entreterem e se relacionarem (a minha alegria aumenta ao ver que ainda há crianças que brincam e não ficam coladas ao ecrã). As fachadas dos antigos edifícios situados naquele largo (prestes a serem recuperadas, assim como o interior dos edifícios) agarraram a minha atenção. Sempre que páro para apreciar estas maravilhas arquitetónicas, invejo os antepassados. Se atualmente, algumas já não são devidamente cuidadas, mas ainda assim, a sua beleza continua a manifestar-se grandiosamente, como seria no momento após a finalização das suas construções? Era nestes momentos que desejava ter nas minhas mãos a Máquina do Tempo! O melhor foi a conversa agradável com os meus pais. Tudo isto conjugado permitiu que o tempo voasse, sem ser preciso recorrer às redes sociais, jogos ou distrações.
Chegou finalmente a hora! Fomos convidados a sentarmo-nos numa mesa quadrangular, muito espaçosa, em frente à entrada. A aragem que por ali circulava sem permissão, socorria-nos do calor humano e da mistura de cheiros de especiarias e confeções. De fundo, uma bela melodia percorria os ares e tranquilizava as mentes ansiosas por degustar as iguarias da casa. As garrafeiras pregadas à parede, junto ao balcão, carregavam uma escolha diversificada de bebidas. Antes mesmo do prato estar na mesa, já os olhos ambicionavam uma bebida fresca de qualidade. Apesar do ambiente agradabilíssimo, os meus olhos captaram algo que particularmente, não me agrada.
Nas mesas em que aguardavam pela comida, todos os ocupantes davam uso a um aparelho tecnológico, apesar de terem à sua frente outros indivíduos com quem falar e conhecer melhor, para além do maravilhoso espaço a contemplar.
Apesar de ser completamente dependente dos aparelhos tecnológicos, há momentos em que julgo serem obrigatoriamente descartáveis. Depois de uma semana de trabalho, em que as oportunidades de paragem são mínimas e o tempo de conversa tem que ser muito bem equacionado, são estes os momentos ideais para que haja uma reconexão entre familiares e amigos. São estes os momentos necessários para resolver conflitos, obter ajudas, desenvolver planos, saber mais sobre o(s) acompanhante(s) e olhar para o mundo criticamente.
Reservar a concentração e a disposição ao mundo virtual faz com que se perca o propósito das saídas, das descobertas e dos encontros. As relações, construídas em alicerces frágeis, vão-se deteriorando, até ao momento em que há a perceção da falsidade e do desconhecimento que preenche a conexão entre pelo menos duas pessoas, desabando por fim o edifício do “amor”.
Conecte-se ao mundo! Deixe que seja ele a sua rede, deixe que seja ele a oferecer-lhe as melhores riquezas que a vida proporciona.
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2020.08.11 00:49 migueucardouso Conecte-se com o mundo

A Noite nublada, tristonha, choramingava um orvalho denso e contínuo, insistindo para que saísse e desfrutasse da beleza da cidade da Figueira da Foz.
Confesso que estava reticente quanto ao pedido. Não sabia se deveria arriscar seguir a sua vontade, ou a negar. Decidi dar o braço a torcer. Habilitar-me-ia ao risco de ter uma noite enfadonha, mas ao menos, sempre corromperia a linha do hábito e da rotina.
Ela, satisfeita com a minha escolha, moderou o seu comportamento. O orvalho cessou, a temperatura aumentou e as nuvens, que se esforçavam por esconder a beleza das estrelas, tiraram o resto da noite para folga.
Depois de percorrida a marginal lotada de pessoal, vistas as atrações que pretendiam prender quem por ali procurava diversão e apreciada a mistura de aromas provenientes dos restaurantes, o apetite, naturalmente, demonstrou que estava presente. Era só mais uma a paragem a registrar, junto ao Largo Luís de Camões, o restaurante Praça 18º.
Mais uma adversidade fez questão de se colocar no meu caminho. No interior, as mesas estavam completamente lotadas. A pandemia obrigou que a lotação total permitida fosse reduzida e o espaço, outrora capaz de dar abrigo a um número considerável de pessoas, o que permitia uma entrada imediata, beneficiava agora os perspicazes que se lembravam de fazer reserva.
Aproveitei para ver as brincadeiras das crianças, que fartas de estar à mesa, se escapuliam para o exterior, para se entreterem e se relacionarem (a minha alegria aumenta ao ver que ainda há crianças que brincam e não ficam coladas ao ecrã). As fachadas dos antigos edifícios situados naquele largo (prestes a serem recuperadas, assim como o interior dos edifícios) agarraram a minha atenção. Sempre que páro para apreciar estas maravilhas arquitetónicas, invejo os antepassados. Se atualmente, algumas já não são devidamente cuidadas, mas ainda assim, a sua beleza continua a manifestar-se grandiosamente, como seria no momento após a finalização das suas construções? Era nestes momentos que desejava ter nas minhas mãos a Máquina do Tempo! O melhor foi a conversa agradável com os meus pais. Tudo isto conjugado permitiu que o tempo voasse, sem ser preciso recorrer às redes sociais, jogos ou distrações.
Chegou finalmente a hora! Fomos convidados a sentarmo-nos numa mesa quadrangular, muito espaçosa, em frente à entrada. A aragem que por ali circulava sem permissão, socorria-nos do calor humano e da mistura de cheiros de especiarias e confeções. De fundo, uma bela melodia percorria os ares e tranquilizava as mentes ansiosas por degustar as iguarias da casa. As garrafeiras pregadas à parede, junto ao balcão, carregavam uma escolha diversificada de bebidas. Antes mesmo do prato estar na mesa, já os olhos ambicionavam uma bebida fresca de qualidade. Apesar do ambiente agradabilíssimo, os meus olhos captaram algo que particularmente, não me agrada.
Nas mesas em que aguardavam pela comida, todos os ocupantes davam uso a um aparelho tecnológico, apesar de terem à sua frente outros indivíduos com quem falar e conhecer melhor, para além do maravilhoso espaço a contemplar.
Apesar de ser completamente dependente dos aparelhos tecnológicos, há momentos em que julgo serem obrigatoriamente descartáveis. Depois de uma semana de trabalho, em que as oportunidades de paragem são mínimas e o tempo de conversa tem que ser muito bem equacionado, são estes os momentos ideais para que haja uma reconexão entre familiares e amigos. São estes os momentos necessários para resolver conflitos, obter ajudas, desenvolver planos, saber mais sobre o(s) acompanhante(s) e olhar para o mundo criticamente.
Reservar a concentração e a disposição ao mundo virtual faz com que se perca o propósito das saídas, das descobertas e dos encontros. As relações, construídas em alicerces frágeis, vão-se deteriorando, até ao momento em que há a perceção da falsidade e do desconhecimento que preenche a conexão entre pelo menos duas pessoas, desabando por fim o edifício do “amor”.
Conecte-se ao mundo! Deixe que seja ele a sua rede, deixe que seja ele a oferecer-lhe as melhores riquezas que a vida proporciona.
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2020.08.11 00:49 migueucardouso Conecte-se com o mundo

A Noite nublada, tristonha, choramingava um orvalho denso e contínuo, insistindo para que saísse e desfrutasse da beleza da cidade da Figueira da Foz.
Confesso que estava reticente quanto ao pedido. Não sabia se deveria arriscar seguir a sua vontade, ou a negar. Decidi dar o braço a torcer. Habilitar-me-ia ao risco de ter uma noite enfadonha, mas ao menos, sempre corromperia a linha do hábito e da rotina.
Ela, satisfeita com a minha escolha, moderou o seu comportamento. O orvalho cessou, a temperatura aumentou e as nuvens, que se esforçavam por esconder a beleza das estrelas, tiraram o resto da noite para folga.
Depois de percorrida a marginal lotada de pessoal, vistas as atrações que pretendiam prender quem por ali procurava diversão e apreciada a mistura de aromas provenientes dos restaurantes, o apetite, naturalmente, demonstrou que estava presente. Era só mais uma a paragem a registrar, junto ao Largo Luís de Camões, o restaurante Praça 18º.
Mais uma adversidade fez questão de se colocar no meu caminho. No interior, as mesas estavam completamente lotadas. A pandemia obrigou que a lotação total permitida fosse reduzida e o espaço, outrora capaz de dar abrigo a um número considerável de pessoas, o que permitia uma entrada imediata, beneficiava agora os perspicazes que se lembravam de fazer reserva.
Aproveitei para ver as brincadeiras das crianças, que fartas de estar à mesa, se escapuliam para o exterior, para se entreterem e se relacionarem (a minha alegria aumenta ao ver que ainda há crianças que brincam e não ficam coladas ao ecrã). As fachadas dos antigos edifícios situados naquele largo (prestes a serem recuperadas, assim como o interior dos edifícios) agarraram a minha atenção. Sempre que páro para apreciar estas maravilhas arquitetónicas, invejo os antepassados. Se atualmente, algumas já não são devidamente cuidadas, mas ainda assim, a sua beleza continua a manifestar-se grandiosamente, como seria no momento após a finalização das suas construções? Era nestes momentos que desejava ter nas minhas mãos a Máquina do Tempo! O melhor foi a conversa agradável com os meus pais. Tudo isto conjugado permitiu que o tempo voasse, sem ser preciso recorrer às redes sociais, jogos ou distrações.
Chegou finalmente a hora! Fomos convidados a sentarmo-nos numa mesa quadrangular, muito espaçosa, em frente à entrada. A aragem que por ali circulava sem permissão, socorria-nos do calor humano e da mistura de cheiros de especiarias e confeções. De fundo, uma bela melodia percorria os ares e tranquilizava as mentes ansiosas por degustar as iguarias da casa. As garrafeiras pregadas à parede, junto ao balcão, carregavam uma escolha diversificada de bebidas. Antes mesmo do prato estar na mesa, já os olhos ambicionavam uma bebida fresca de qualidade. Apesar do ambiente agradabilíssimo, os meus olhos captaram algo que particularmente, não me agrada.
Nas mesas em que aguardavam pela comida, todos os ocupantes davam uso a um aparelho tecnológico, apesar de terem à sua frente outros indivíduos com quem falar e conhecer melhor, para além do maravilhoso espaço a contemplar.
Apesar de ser completamente dependente dos aparelhos tecnológicos, há momentos em que julgo serem obrigatoriamente descartáveis. Depois de uma semana de trabalho, em que as oportunidades de paragem são mínimas e o tempo de conversa tem que ser muito bem equacionado, são estes os momentos ideais para que haja uma reconexão entre familiares e amigos. São estes os momentos necessários para resolver conflitos, obter ajudas, desenvolver planos, saber mais sobre o(s) acompanhante(s) e olhar para o mundo criticamente.
Reservar a concentração e a disposição ao mundo virtual faz com que se perca o propósito das saídas, das descobertas e dos encontros. As relações, construídas em alicerces frágeis, vão-se deteriorando, até ao momento em que há a perceção da falsidade e do desconhecimento que preenche a conexão entre pelo menos duas pessoas, desabando por fim o edifício do “amor”.
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2020.08.11 00:48 migueucardouso Conecte-se com o mundo

A Noite nublada, tristonha, choramingava um orvalho denso e contínuo, insistindo para que saísse e desfrutasse da beleza da cidade da Figueira da Foz.
Confesso que estava reticente quanto ao pedido. Não sabia se deveria arriscar seguir a sua vontade, ou a negar. Decidi dar o braço a torcer. Habilitar-me-ia ao risco de ter uma noite enfadonha, mas ao menos, sempre corromperia a linha do hábito e da rotina.
Ela, satisfeita com a minha escolha, moderou o seu comportamento. O orvalho cessou, a temperatura aumentou e as nuvens, que se esforçavam por esconder a beleza das estrelas, tiraram o resto da noite para folga.
Depois de percorrida a marginal lotada de pessoal, vistas as atrações que pretendiam prender quem por ali procurava diversão e apreciada a mistura de aromas provenientes dos restaurantes, o apetite, naturalmente, demonstrou que estava presente. Era só mais uma a paragem a registrar, junto ao Largo Luís de Camões, o restaurante Praça 18º.
Mais uma adversidade fez questão de se colocar no meu caminho. No interior, as mesas estavam completamente lotadas. A pandemia obrigou que a lotação total permitida fosse reduzida e o espaço, outrora capaz de dar abrigo a um número considerável de pessoas, o que permitia uma entrada imediata, beneficiava agora os perspicazes que se lembravam de fazer reserva.
Aproveitei para ver as brincadeiras das crianças, que fartas de estar à mesa, se escapuliam para o exterior, para se entreterem e se relacionarem (a minha alegria aumenta ao ver que ainda há crianças que brincam e não ficam coladas ao ecrã). As fachadas dos antigos edifícios situados naquele largo (prestes a serem recuperadas, assim como o interior dos edifícios) agarraram a minha atenção. Sempre que páro para apreciar estas maravilhas arquitetónicas, invejo os antepassados. Se atualmente, algumas já não são devidamente cuidadas, mas ainda assim, a sua beleza continua a manifestar-se grandiosamente, como seria no momento após a finalização das suas construções? Era nestes momentos que desejava ter nas minhas mãos a Máquina do Tempo! O melhor foi a conversa agradável com os meus pais. Tudo isto conjugado permitiu que o tempo voasse, sem ser preciso recorrer às redes sociais, jogos ou distrações.
Chegou finalmente a hora! Fomos convidados a sentarmo-nos numa mesa quadrangular, muito espaçosa, em frente à entrada. A aragem que por ali circulava sem permissão, socorria-nos do calor humano e da mistura de cheiros de especiarias e confeções. De fundo, uma bela melodia percorria os ares e tranquilizava as mentes ansiosas por degustar as iguarias da casa. As garrafeiras pregadas à parede, junto ao balcão, carregavam uma escolha diversificada de bebidas. Antes mesmo do prato estar na mesa, já os olhos ambicionavam uma bebida fresca de qualidade. Apesar do ambiente agradabilíssimo, os meus olhos captaram algo que particularmente, não me agrada.
Nas mesas em que aguardavam pela comida, todos os ocupantes davam uso a um aparelho tecnológico, apesar de terem à sua frente outros indivíduos com quem falar e conhecer melhor, para além do maravilhoso espaço a contemplar.
Apesar de ser completamente dependente dos aparelhos tecnológicos, há momentos em que julgo serem obrigatoriamente descartáveis. Depois de uma semana de trabalho, em que as oportunidades de paragem são mínimas e o tempo de conversa tem que ser muito bem equacionado, são estes os momentos ideais para que haja uma reconexão entre familiares e amigos. São estes os momentos necessários para resolver conflitos, obter ajudas, desenvolver planos, saber mais sobre o(s) acompanhante(s) e olhar para o mundo criticamente.
Reservar a concentração e a disposição ao mundo virtual faz com que se perca o propósito das saídas, das descobertas e dos encontros. As relações, construídas em alicerces frágeis, vão-se deteriorando, até ao momento em que há a perceção da falsidade e do desconhecimento que preenche a conexão entre pelo menos duas pessoas, desabando por fim o edifício do “amor”.
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2020.08.09 01:05 Mineira_Anonima Nice Estagiária Filha da Fruta

Tentei reduzir o máximo que eu pude gente, mas eu tinha que detalhar tudo diretinho.
Olá Luba, editores etc... E turma que está a ver... Vou apresentar a vocês a história de quando uma estagiária quase fez minhas colegas e eu repetirmos o estágio mas demos a volta por cima.
Isso aconteceu em 2019, estávamos no 4° Período de Psicologia e começaríamos o nosso primeiro estágio. Minhas amigas Ana Paula e Manu (nomes trocados) e eu fomos estagiar em uma instituição familiar que faz trabalhos com crianças, jovens e idosos, lugar maravilhoso por sinal.
Nós faríamos 10 encontros de 3 horas cada com dois grupos, um de crianças e um de pré adolescentes, teríamos que apresentar um relatório para cada encontro e no fim do estágio mais um relatório final de umas 80 páginas, fora um outro trabalho sobre a instituição em que tínhamos que ler 20 artigos sobre psicologia social e escrever um resumo de cada um. Esse trabalho tivemos que entregar antes do início do estágio. Um pouco cansativo mas nada impossível
Passaram-se uns 3 encontros na IFI (nome fictício pra instituição que significa instituição familiar incrível) e o Carls (nosso supervisor de estágio) nos apresentou a Nice Estagiária, a Rainara. Ele disse que ela tinha se transferido de outra facul e que estaria no nosso grupo de Estágio. Ela já estava no sétimo período e as meninas e eu no quarto, então estranhamos muito quando ela disse que ainda não tinha começado a fazer estágio mas na nossa facul começamos a estagiar cedo então ok. Como uma boa anfitriã ajudei a Rainara a fazer a inscrição do estágio e expliquei como funcionaria tudo certinho.
Nós recebemos a Rainara de braços abertos embora eu sentisse que algo de errado não estava certo naquela garota, ela tinha uma carinha de sonsa que não me agradava.
Então começamos a pôr a mão na massa, separamos os artigos para recomeçar o trabalho, cada uma ficou com 5 pra ler e fazer os resumos. Quase não entregamos no prazo mas deu tudo certo.
No último dia pra entregar o trabalho, Ana Paula, Manu e eu estávamos trabalhando a todo vapor quando eu recebo uma mensagem da bunita da Rainara dizendo que estava muito difícil fazer os resumos e perguntando se eu não queria fazer pra ela. Eu disse que não, é claro, e expliquei que todas nós estávamos atoladas com o trabalho. Então ela fez a parte dela e as meninas e eu fizemos a nossa (a parte dela ficou uma boxta).
Quando fomos nos outros encontros na IFI tivemos mais problemas, vez ou outra a Rainara faltava e quando ela ia, ela não interagia com as crianças. Nós combinamos de que em cada semana uma de nós faria o planejamento do próximo encontro, e quando chegou a vez dela fazer ela ficou enrolando e querendo que as meninas e eu fizéssemos isso pra ela, nós ajudamos, mas o resto do planejamento ela teve que fazer sozinha.
Quando chegou no final do estágio, Ana Paula e eu tínhamos faltado tbm uma vez cada uma. Eu faltei por causa de uma entrevista de emprego lá em Coronel Fabriciano e Ana Paula teve que ficar em Governador Valadares pra uma consulta médica. A Rainara acumulava faltas, um dia ela ficou doente, outros dias ela dizia que tinha que trabalhar mas ela não procurava o pessoal da instituição pra ver como ela poderia repor essas faltas, provavelmente queria que nós fizéssemos isso pra ela.
Nós dividimos as partes pra cada uma fazer o relatório final e a Rainara ficou com a introdução (péssima ideia) ela fez aquele drama falando que a introdução era difícil demais e que era pra dar uma coisa mais fácil pra ela fazer, SENDO QUE TODO O DESENVOLVIMENTO, MÉTODO E CONCLUSÃO QUE QUASE MATAM A GENTE, E AS MENINAS E EU QUE ESTÁVAMOS FAZENDO. Depois de relutar muito ela fez a introdução e adivinha... Ficou uma boxta. O Carls reenviou o relatório final pra mim falando que estava horrível (ele só leu a introdução e desistiu) eu entrei em pânico e a crise de ansiedade veio pra me detonar, avisei Ana Paula e Manu que ficaram do mesmo jeito. Lembro que na hora que eu recebi o e-mail estávamos nos preparando pra ir pra pra missa aqui em casa. Minha mãe parou de se arrumar e sentou comigo pra tentar limpar a merda que a Rainara tinha feito. Vocês tinham que ver o desastre que estava, erros de concordância verbal, erros de português, aquela coisa bem mal feita mesmo. Minha mãe que me salvou e me ajudou a refazer toda a introdução.
Dias depois a redação voltou pra gente de novo, mas o Carls só queria que a gente arrumasse algumas coisinhas simples, então nós dividimos de novo pra pesquisar as últimas coisas que faltava, eu mandava mensagem pra Rainara pra ela pesquisar as coisas mas ela não me respondia, então pensei "Deixe estar, vai ter volta".
Então, teria um evento com os idosos em outra filial da IFI que ficava lá na PQP de Ipatinga, Ana Paula e eu fomos nesse evento pra cumprir as 3 horas que nos faltavam, mas a Rainara, que faltava quase metade do estágio não apareceu, até aí já tínhamos desistido de ajudar e deixamos ela ao relento já que ela não tinha tirado o cavalinho dela da chuva.
Durante todo esse estágio minhas amigas e eu ralamos muito, depois dos encontros íamos direto pra casa da Manu e ela comprava umas coisas e fazíamos um almoço merecido, a Ana Paula me ajudou até às 2 da manhã do último prazo pra entregar o relatório final e até quando ela estava no hospital ela fazia parte do trabalho pelo celular no Google docs.
(tá acabando, eu prometo)
Então, nós iríamos ter que entregar uma versão impressa do nosso relatório final e cada uma teria que ter sua própria impressão com o próprio nome escrito em suas cópias, eu fiquei responsável por enviar o arquivo do relatório para as meninas. Então, eu com sangue no zói enviei só pra Ana Paula e pra Manu e deixei e a Rainara ficou sem o relatório e reprovou no estágio.
A gente viu a Rainara outras vezes na faculdade mas graças a Deus ela fingiu que não conhecia a gente. Ah, e fiquei sabendo que no trabalho de estágio do último semestre ela entrou em contato com a Ana Paula querendo que ela ou a Manu mandassem os trabalhos delas pra ela "usar de modelo" e disse que não ia pedir pra mim dessa vez porque eu tinha ficado com raiva dela. Aí eu falei com a Ana Paula dando risada que eu não tô com raiva dela não kkkk, eu já me vinguei e isso já é o suficiente, e foi o prato mais saboroso que já degustei, embora estivesse frio.
Obrigado a todos que leram até aqui e nunca deixem ninguém montar em vcs, bjs menor que 3. ❤️
submitted by Mineira_Anonima to TurmaFeira [link] [comments]


2020.08.07 19:35 kdepotassio Sou babaca por esconder uma traição por medo de perder dinheiro e status?

Por conta da quarentena logo no início do ano o apartamento na cidade que eu faço faculdade ficou vazio. Meu pai resolveu continuar pagando o aluguel para não ter problemas com isso quando as aulas voltassem, então resolvi procurar um emprego para ajudar nessa despesa.
Conversando com um amigo, meu pai conseguiu uma vaga de secretária em um escritório de venda de terrenos de um condomínio de luxo que está construindo aqui na minha cidade.
Eu fiquei super feliz, os donos do condomínio eram amigos da minha família e o trabalho era bem simples, já que a parte mais burocrática era com o outro menino que trabalhava lá.
Lá tinha freezer com sorvete e cerveja artesanal para os clientes, então lá virou um happy hour deles. Que na verdade era qualquer hora do dia, porque era tudo gente rica que não precisava trabalhar em horário comercial, raramente era depois das 18h.
Um dos clientes era o *******, nossas famílias se conheciam a muito tempo por conta da Associação dos engenheiros, ele e meu pai são um dos engenheiros chefes de lá, e ele vivia no escritório onde eu trabalhava. No começo ele aparecia no meio da tarde, umas 14/15h, mas depois de um tempo ele começou a aparecer às 19h em uns dias aleatórios.
O outro menino saía às 18h e eu ficava e fechava às 19h.
Sempre quando ele chegava eu já tinha fechado as cortinas, desligado o sistema e já estava quase acionando o alarme, mas como era cliente não tinha como eu "mandar embora". Então, eu abria tudo de novo e deixava o mais visível possível, porque afinal eu estava lá sozinha com ele e alguém que olhasse a gente lá poderia ter uma ideia errada, ainda mais se estivesse com tudo fechado.
Ele ficava lá pouco tempo, perguntava das vendas, se a faculdade iria voltar, essas coisas básicas.
Passaram 3 meses e continuava assim.
Eu gostava daquele trabalho.
Aí um dia ele apareceu bem sério. Perguntou como eu estava e disse que precisava me falar uma coisa. Naquele hora eu já estava em desespero, achava que o filho dele comeu alguma coisa estragada que eu servi, que eu ofendi ele, tudo. Mas era muito pior do que eu conseguia pensar.
Ele explicou que ia muito no escritório porque ele gostava de lá, se sentia bem conversando e que ficava feliz em falar comigo. Até aí ok, mas depois ele começou com explicações de que ele não imaginava que ia sentir aquilo e que sabia que era complicado, foi então que ele solta a declaração dizendo oque ele sentia por mim. Ele falou que independente da minha resposta ele queria se separar da esposa e se eu não quisesse mais vê-lo ele sairia da Associação dos engenheiros e não viria mais ao escritório.
Aquilo me paralisou, ele era casado, tinha 2 filhos, era amigo do meu pai. Eu não sabia mais de nada naquela hora.
Tentei explicar sendo o mais claro possível de que aquilo não teria como acontecer.
Ele é uma pessoa influente aqui na minha cidade e eu sabia que aquilo iria destruir a vida dele e afetar tudo em volta, a empresa dele, a empresa do meu pai, a associação, o escritório que eu trabalhava. Era muita coisa em risco. Então eu falei que era melhor que não contássemos a ninguém, disse que ele deveria continuar frequentando os jantares e encontros na associação, mas pedi para que não fosse ao escritório nos horários que eu estivesse sozinha, e o mais importante, que reconsiderasse sobre a decisão da família dele.
Ele entendeu e disse que se um dia eu quisesse algo era para falar com ele, pois ele realmente estava disposto a fazer aquilo. Eu agradeci e pedi que compreendesse.
Voltei para casa andando, só pensava naquilo e em como eu iria disfarçar a minha cara quando chegasse em casa.
Esperei um tempo para me demitir e seguir normalmente. Já encontrei ele e a família no mercado e nos falamos tranquilamente, ele e meu pai, minha mãe e a esposa dele. Eu me sinto culpada.
Sei que estou errada, mas eu não podia deixar aquela bomba explodir. Fazer aquelas crianças aguentarem um divórcio complicado dos pais, toda a polêmica envolvendo a família deles, a esposa ouvir aquilo. Além de que ele e meu pai tem sócios na empresa e o escritório que eu trabalhava também ia se envolver no rolo.
Sei que a minha escolha foi bem para o lado financeiro e das aparências da sociedade, e tenho certeza da escolha que fiz, mas ainda tenho a sensação de não me arrependo, mas me sinto culpada.
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2020.08.02 15:36 maquinary Estou procurando saber o nome de uma tirinha da revista VEJA ou ISTOÉ

Quando eu era criança no início dos anos 2000 (1999~2003), eu gostava de ler as tirinhas (ou quadrinhos de uma página) que eu encontrava nas revistas guardadas numa prateleira velha.
Como já eram revistas relativamente velhas da VEJA e da ISTOÉ, elas devem ter sido publicadas no iniciozinho dos anos 2000 ou finalzinho dos anos 90.
Uma tirinha muito comum de se ver era uma que passava sempre no escritório. Se não me engano, o protagonista tinha óculos e o estilo de desenho fazia o cabelo dele se confundir com a pele da cabeça, como ocorre com a Lisa de Os Simpsons.
Aproveitando a oportunidade
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2020.08.01 03:43 soso_00 Um chifre, um cachorro, e um gato LINDO

Olá Luba, editores, gatas, convidado possivelmente inexistente, e turma que está a ver, prazer, sou Sofia
Todo ano, os colegas de trabalho da minha mãe se juntam pra fazer um churrasco na casa de algum deles. Ano passado, um desses churrascos foi na minha casa. Eu nunca tinha ido em um desses churrascos, normalmente ficava em casa jogando video game ou ouvindo música. Mas, como dessa vez ia ser aqui, eu me prontifiquei a ajudar meus pais. Eu perguntei pra minha mãe se viria alguém da minha idade (16) e ela disse que o filho de um dos colegas dela tinha a minha idade. E, também, uma criança de 6 anos viria.
Naquela época, eu namorava com uma garota que morava a uma rua de distância da minha casa. Eu mandei mensagem pra ela e perguntei se ela não queria vir, já que eu não queria interagir sozinha com um cara que eu não conheço e uma criança de 6 anos. Ela me disse que estava ocupada aquela noite, então não poderia ir. Guarde esse detalhe.
Eu e meus pais arrumamos tudo pra receber os convidados, e um tempo depois que tudo já estava pronto eles começaram a chegar. Minha mãe me pediu pra receber eles e levá-los até a parte de trás da casa, onde ia acontecer a "confraternização". Na primeira vez que a campainha tocou, era um casal, que tinham um gato LINDINHO DEMAIS, e por algum motivo eles levaram ele pro churrasco. Na segunda vez que a campainha tocou, era uma mulher com a criança de 6 anos. Mais alguns convidados chegaram, e então o casal com o menino da minha idade. Eu até tentei conversar com ele, mas ele sempre dava uma desculpa e ia pra outro lugar. Aí eu desisti, não sou rabo pra ficar indo atrás dos outros.
Mais um tempo se passou e minha mãe me pediu pra ir em um mercado aqui perto comprar mais refrigerante, que tinha acabado. Pra eu não ir sozinha, ela chamou o menino e nós dois fomos. No caminho do mercado tem um restaurante, que algumas mesas ficam ao ar livre. Chegando perto daquele restaurante, eu vi uma garota loira sentada em uma mesa com um cara. A garota tava usando uma blusa que era igual a uma que eu tinha dado pra minha namorada, mas eu pensei "bom, é só uma blusa, não é só a minha namorada que tem". Porém, quanto mais eu e o menino chegávamos perto do restaurante, a garota ia ficando mais parecida com a minha namorada. Aí, você já deve saber né. Quando passamos pelo restaurante, era a minha namorada saindo com um cara. Quando ela me viu, levantou e veio se explicar. "Ele é um amigo, não é nada demais, certo?". Certo. Eu não sou ciumenta, ela pode sair com quem quiser, porém, o que deixou a máscara dela cair foi a reação do cara. "Ela é sua namorada?". Eu respondi que sim, e ele ficou branco, parecia que tava morrendo. "Meu Deus, você não me disse que tinha uma namorada. Não acredito que você tava saindo comigo antes de terminar com ela!". E mais um discurso inútil que eu não ouvi, só disse pra minha, agora ex, namorada, que nunca mais me procurasse e fui pro mercado. Na volta, depois de comprar o refri, o garoto do meu lado disse "cara, você é corna" e eu ri, mas de raiva. Sabe quando você tá com tanta raiva, que não consegue expressar por palavras e fica rindo? O problema foi que eu ri muito alto, e isso acordou um cachorro GIGANTE que tava dormindo ali perto, e foi tipo um "bônus" pro meu dia. O cachorro correu pra cima da gente, rosnando, e tentou morder a perna do menino, mas o menino correu e o cachorro veio pra cima de mim. A gente correu daquele cachorro por três quadras, e quando chegamos na minha casa o guri do meu lado se jogou pra dentro do portão e me puxou pelo braço que eu tava segurando a sacola do mercado.
Enfim, a sacola quase rasgou, quando a gente abriu o refrigerante depois ele quase explodiu, e na volta do mercado minha ex ainda tava em um encontro com aquele cara. E as únicas coisas boas daquele dia é que eu e o guri viramos amigos e ele me convenceu a contar essa história aqui, e o gato daquele casal era um amor e eu amo ele.
É isso, tchau lubisco, tchau turma, beijos beijos
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2020.07.24 20:53 jogaforadesabafo Tentando postar novamente

OBS: Eu havia tentando postar isso há um bom tempo, entretanto, por algum motivo foi considerado spam pelos filtros do Reddit e acabou que não consegui conversar sobre isso com ninguém. Estou tentando novamente...
Eu não queria que esse texto ficasse demasiado longo, já que eu estou postando por querer "feedback" e sai o quanto um texto gigante dificulta isso, mas não vai ter jeito. Então vou tentar fazer um tl;dr no inicio para facilitar.
tl;dr: Estou em um relacionamento à distância, planos iniciais eram de que ela viesse para onde estou, pois ela tem a possibilidade de continuar recebendo sem estar trabalhando, além disso a cidade onde vivo é melhor, mais tranquila, mais segura e etc, qualidade de vida. Ainda, aqui tenho uma família unida e que faria tudo por nós (ao contrário de onde ela está onde a família dela é toda distante e cheia de problemas entre si). Ocorre que o mundo da voltas e ela não quer mais vir, quer que eu vá.
Bom, eu vou tentar não dar muitos detalhes para preservar nossas identidades, então algumas coisas podem acabar ficando vagas, mas vou tentar me fazer entender.
Eu tenho um relacionamento a distância com uma pessoa, começou em 2018, nós já nos conhecíamos a muito tempo e nos encontramos e deu no que deu. Nós nos encontrávamos a cada dois meses, mais ou menos, já que moramos em extremos diferentes do país.
Ela tem uma empresa na cidade em que mora (capital do norte do país), a empresa está crescendo bastante e já quando começamos a nos relacionar sabíamos como essa empresa essa promissória. Acontece que, como toda capital e, em especial, como qualquer capital do norte a cidade tem níveis astronômicos de violência, desigualdade e todos os outros problemas que se espera, enquanto isso eu vivo em uma cidade do sul do país que possivelmente esta entre uma das mais desejadas para se viver, com IDH elevado, a uma boa distância da capital (nem muito longe, nem muito perto), boas escolas e etc.
Eu acabei não falando isso antes, mas eu sou um pouco mais jovem que ela, estou me formando agora, entretanto, há de se notar que, apesar de eu estar me formando agora, como a cidade é pequena e eu sempre estive envolvido em estágios, além de ser de uma família mais ou menos conhecida, eu tenho certa facilidade para me inserir no mercado de trabalho daqui. Na verdade, eu estou em um estágio que está pagando bastante bem, e vou me tornar sócio ao me formar (não é empresa familiar, é fruto de esforço e empenho mesmo).
Enfim, no inicio o plano era de que ela viesse para cá e continuasse recebendo os lucros ou vendesse a parte dela da empresa para abrir outra aqui. Acabou que ficamos com a primeira opção, dado o crescimento da empresa.
O problema é que agora, a poucos dias, ela chegou a conclusão de que não é o momento de abandonar a empresa, pois está crescendo muito e ela acha que não seria certo. Na minha cabeça é o momento perfeito, justamente pela empresa estar crescendo, ela estaria auferindo uma boa renda com o lucro, além da empresa já estar na trilha certa, além do mais eu estaria encaminhado onde estou e teríamos todas as vantagens da cidade com uma boa renda.
Durante o período do nosso relacionamento nós chegamos a ter esse plano de eu ir para lá, mas acabou não dando certo, foi um momento muito complicado da minha vida com perda de um ente muito muito querido, eu estava parando de fumar, um tanto desnorteado e quando cheguei lá tive uma crise de abstinência misturada com a crise existencial e tudo mais e acabei desabafando que eu não queria ficar na cidade dela, que me sentiria inútil já que não conseguiria me inserir no mercado de trabalho, que não via justificativa para nos submetermos a isso por causa de dinheiro (ela ganha bem lá, digamos que como sócia ela ganharia apenas 50% do que ganha agora trabalhando, para mim isso é mais do que o suficiente para vivermos bem aqui), a família dela é completamente distante entre si, desunida, cheia de brigas e problemas, o completo oposto do que teríamos aqui onde vivo agora.
O problema é que novamente ela chegou a conclusão de que não tem jeito, que ela não pode vir, que seria burrice, que não faz sentido. Ela gosta de falar as vezes que "não pode largar tudo por macho", por algum motivo ela acha que se seguir apenas como sócia (ela tem 50% da empresa) ela vai perder algo. Isso me machuca bastante, pois eu não consigo ver isso, não faz o menor sentido, ela sempre vai ter a empresa lá, vai sempre ganhar dinheiro, a empresa vai continuar crescendo do mesmo jeito, ela ainda iria para lá de tempos em tempos para trabalhar e resolver as coisas da empresa. Por um bom tempo o plano era esse e tudo parecia plenamente razoável.
Ainda, se eu for ao invés dela vir é basicamente suicídio da minha carreira profissional, além do que lá eu certamente não conseguiria me inserir no mercado como já estou aqui. Se ela vir para cá segue como sócia e caso aconteça algo e precise voltar não perdeu nada, segue tudo igual como se nada tivesse acontecido.
Ela está decidida. Eu vou ou nós seguimos desse jeito, nos vemos quando dá, até onde o relacionamento aguentar, pois ela acha que para vir definitivamente só daqui 3 ou 5 anos.
Eu não sei lidar com isso. Eu sou perdidamente apaixonado por ela, de verdade, mas eu me sinto encurralado, sem saber o que fazer. Cada vez que eu leio ou ouço ela falar sobre "largar tudo por causa de macho" um pedaço do meu coração é arrancado.
Ela tem um filho de uma relação passada, toda a minha família o adotou, junto comigo, obviamente. A minha cidade seria muito melhor para ele, ele estava realmente empolgado de vir, eu já estava escolhendo escola para ele, enfim...
Se eu for para lá agora eu não sei quando voltaremos. A verdade é que eu sinto que quanto mais o tempo passar, quanto mais a empresa crescer, quanto mais ela ganhar, menos ela vai querer vir. Eu não consigo ver a justificativa disso, de que adianta ter dinheiro e viver em um lugar horrível?
Além do que eu não vou conseguir me inserir no mercado de trabalho de lá, não vou me adaptar a uma cidade como aquela (eu tenho certos travamentos, eu sempre disse que jamais viveria numa cidade dessas, eu não sei lidar com a violência, a distância entre tudo, as pessoas, enfim...). Eu sinto que vou voltar a ser uma criança dependendo da mãe para tudo. Tendo que pedir dinheiro para fazer minhas coisas, sinto que vou estar a merce das vontades dela, sendo obrigado a fazer o que ela quiser.
Ainda por cima vou largar minha carreira onde me encontro, perder a possibilidade da sociedade que mencionei antes e, para ser sincero, perder qualquer projeção aqui, sendo que quando voltarmos é bem improvável que eu vá conseguir me inserir novamente.
Ela diz que eu deveria estudar para concursos enquanto estiver lá, já que teria tempo livre, mas eu não me interesso por nenhum cargo público. Apesar da minha graduação abrir portas para vários, eu pretendia me manter como profissional liberal, sempre foi o que eu quis desde o início da graduação.
Enfim, eu não sei o que fazer, provavelmente ninguém vai responder aqui já que o texto ficou enorme, mas eu queria tentar conversar sobre isso com alguém e é difícil para mim, eu não tenho muitos amigos, sou tímido e não gosto de incomodar eles com essas coisas.
Para completar, ela passou 15 dias comigo agora a pouco tempo e reclamou várias vezes de como estava desperdiçando as férias, já que não estávamos fazendo nada (eu estou trabalhando, não estou de férias e devido a pandemia a maior parte das coisas da cidade está fechada).
Ele teve crises de ciumes por causa da minha cunhada, brigou bastante comigo por N motivos, fica tentando fazer uma espécie de chantagem emocional para que eu vá, mas não aceita nenhum diálogo no sentido dela vir. Fica insistindo o tempo inteiro falando que eu tenho que fazer concurso para cargo X ou Y sendo que nem ao menos há a menor programação para abertura de editais para esses concursos.
tl;dr: Relacionamento à distância, ela viria para a minha cidade, já que é sócia de uma empresa (que manteríamos como investimento e pela segurança dela caso não desse certo), mudou de ideia e quer que eu abandone tudo (não tenho como me ausentar com a segurança que ela teria), vire dono de casa e concurseiro. Não aceita dialogar, tem brigado comigo, reclama que todas as vezes que me visitou foi desperdício das férias que poderia estar viajando para outro lugar. Não sei o que fazer.

Me perdoem pelo texto ridiculamente grande, eu não tenho com quem fazer esses desabafos normalmente.
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2020.07.22 00:34 browndusky alguém se por favor pode me ajudar corrigir minha gramatica numa tese que fiz?

não sou português mas português foi umas das disciplinas que escolhi em universidade.
Eu falo bem português mas meu português escrito é totalmente lixo.(sei que não é muito professional com todas as palavras vulgares mas ya isto era eu a usar tudo que eu sei)
obg para me ajuderem!


“Colora minha vida com o caos de problemas” esta é uma linha duma canção de Smith que esta menina usou como uma citação no anuário em um filme sentimental de 2011, eu achei fixe esta citação, e por isso escrevi no meu caderno de rascunho e sonhei um dia alguém vindo pra minha vida e colorir-o com caos de problemas.
Eu sempre senti assim, sempre senti que preciso algo mais, a coisa comigo é que nunca me sinto satisfeito com que tenho.
E como muitos outros da minha idade, tentei preencher o vazio com atenção, drogas, animes e especialmente com o amor.
Eu faço parte daquela geração Nepalesa que assiste “3 idiots” e ouve canções românticas do McFlo e pense que não consegue ser feliz sem se apaixonar. Sabes de quem eu estou a falar sobre, aqueles rapazes que têm um exterior áspero mas no fundo eles têm um lado macio basicamente somos tsundere.
Fds nem fiquei triste depois de terminar com minha ex. Eu fiquei tipo olhe mais uma experiência, da próxima vez que eu estiver a namorar não vou cometer os mesmos erros.
Já terminei 3 vezes mas ainda não me sinto triste porque é fixe ter emoções.
A minha esposa podia me trair, levar metade dos meus bens, meu cão e meu filho Ramesh e eu vou ficar sem teto a pensar WHOA emoções são fixes.
Apaixonamento é uma treta que gente inventaram porque ficaram entediados.
“Colora minha vida com o caos de problemas” mas-mas porquê? Es estúpido?
Porque é que vocês querem alguém para foder a sua vida artisticamente?
Deve ser porque gostamos de altos e baixos do amor. Gostamos da montanha russa de emoções que o amor dá e sentimos vivos.
Amor é como bebidas alcoólicas ou bater punheta. Sentimos bem quando fazemos, mas depois de acabar fazer ou consumir nos arrependemos.
Se vocês não me acreditam, há centenas dos estudos detalhando como euforia do amor provoca a mesma sensação no cérebro como cocaine, seus viciados.
Nenhuma outra espécies faz isso coisinha de apaixonar. Os macacos não estão sentados na cama a pensar se é muito pegajoso mandar mensagem para aquela macaco com cú grande. Os macacos não precisam de pensar qual vestido é melhor para o encontro ou se preocupar com o cheiro, eles só fodem. É incrível, eles poderiam a estar comer banana um momento ou matando insetos e boom começam a foder. Eles não se dão mínimo se alguém está a ver ou tirar fotografias. Nós complicamos demais, porque é que é eu preciso de vestir bem e usar perfume e ela tem que dizer ela não costuma fazer isto.
Apaixonar-se não faz qualquer sentido biologicamente é uma nova emoção humana baseado completamente em egoísmo, ciumento e a insegurança.
Vocês malucos decidiram que amor significa pelo lei ficaremos juntos para sempre e se não o fizermos, leva metade do meu dinheiro. MAS PORQUÊ?
Não sou de coração frio porque acredito que amor é real. É algo que compartilhamos com nossa família, nossos amigos, nossos animais de estimação e com o mundo.
O amor torna-se para uma emoção possessiva especificamente humana quando vocês falam de encontrar aquela menina . “QUANDO OLHEI PARA OLHOS DELAS EU SABIA QUE EU IA PASSAR RESTO DA MINHA VIDA COM ELA”
A serio? Eu acho que há algo mal com tua cabeça mano.
Cair de cabeça totalmente cega numa relação é igual á tu projetar tuas inseguranças em outra pessoa. Não estás feliz com tua vida por isso começas a procurar isso em outra pessoa, e isto é insustentável, irreal e perigoso. Talvez não tens amigos, não gostas do teu trabalho, não gostas de ti mesmo ou talvez a tua mãe não te abraçou suficiente quando eras criança. E agora quando encontras uma gaja fixe que ri das tuas piadas, tu agarras nela como uma sanguessuga e tornas-te uma psicopata se ela até olha para alguém.
Isto é porque o amor é tão viciante quanto uma droga, os únicos dois tipos de pessoas que cortaria seus pneus e ameaçaria suicídio é uma viciante de drogas e uma puta louca chamada Verónica(karen).
Mas talvez eu sou sozinho e amargo porque tentei me se apaixonar mas nunca funcionou para mim.
Eu tenho certeza que acontece isto com toda gente.
Achas que gostas uma gaja mas depois de bater a punheta já não é o caso. Percebes que não estavas a pensar com a cabeça certa(é chamado post nut syndrome em ingles).
Agora estou no ponto em que estou aberto à idéia de amor, mas eu não consigo manter conversas com minas da minha idade, elas parecem a viver a vida em Instagram e acho que isto é um chatice. Como vocês não se cansam de usar o instagram depois de uma semana ou um mês? È realmente incrível.
Quando estão a falar de maquiagem, roupas e exes, pá não dou mínimo, a sério não dou mínimo.
Eu percebo que quando falo que não dou mínimo, estou a ser ignorante porque as pessoas se apaixonam alegremente e isso faz eles felizes, pá sou quero o mesmo sentimento, embora que eu saiba que o amor é basicamente cocaine para minha coração.
Eu acho que estou apenas amarga a ver todas essas pessoas juntos alegremente a fazer promessas que provavelmente não vão manter. Parece divertido não parece?
Romance é uma venda fácil. Todos nós gostamos quando o protagonista acaba junto com a menina e ambos ficam felizes para sempre. Gostamos de ver o final feliz. Gostamos de acreditar em "felizes para sempre".
Mas o amor romântico e o amor em geral é muito mais complicado do que fomos levados a acreditar nos filmes de Hollywood.
Não ouvimos que o amor às vezes seja desagradável ou até doloroso, ou que o amor precisa autodisciplina e uma certa quantidade de esforço sustentado ao longo de anos, décadas e uma vida inteira. Essas verdades não são emocionantes. Nem eles vendem bem. A dolorosa verdade do amor é que o verdadeiro trabalho de um relacionamento começa depois que a cortina se fecha e os créditos rolam.
Como a maioria das coisas na mídia, o retrato do amor na cultura pop é limitado ao destaque. Todas as complexidades da vida real em um relacionamento são varridas para dar lugar a títulos emocionantes, a separação injusta e, claro, o final feliz favorito de todos.
Quando somos apaixonados, não podemos imaginar que algo possa dar errado entre nós e nosso parceiro. Não conseguimos ver falhas delas , tudo o que vemos é potencial e possibilidade ilimitados.
Isto não é amor. Isso claramente é uma ilusão. E, como a maioria das ilusões, as coisas não terminam bem.
Eu acho que eu gosto de ideia de amor mas não tenho paciência nem quero comprometer minha liberdade para ela. Eu gosto quando estou o centro da atenção e não gosto quando sou eu que precisa de dar atenção. Sempre que estive num relacionamento a princípio, fico empolgado; mas depois de algum tempo, perco toda a paciência e a interessa.
Eu gosto de ideia de amor e é basicamente que este filme 500 days of summer satirizou.
Eu gosto como este filme criticou o conceito de amor.
A personagem principal decidiu que a menina Summer era sua alma gémea, porque eles ambos gostam da mesma música. Ele cresceu vendo filmes românticos com um fim clássico. E por isso ele pintou uma imagem na cabeça que a Summer era criada para ficar junto com ele mas não é realmente o caso no fim deste filme. O amor verdadeiro precisa de paciência, compromisso e atenção e isto parece búe complicado pá. Em vez disso eu prefiro ver porno e bater a punheta.
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